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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Embrião humano dialoga com a mãe e a protege

Embrião humano dialoga com a mãe, diz especialista em biologia molecular



A especialista em biologia molecular Profa. Dra. Lílian Piñero Eça afirmou que duas a três horas após a fecundação, o embrião humano já se comunica com sua mãe.

De acordo com a Dra. Lílian, que estuda sinais de células de embriões no útero (por meio de moléculas marcadas), pelo menos 100 neurotransmissores são emitidos pelo embrião para os 75 trilhões de células existentes no corpo da gestante, que começa a sofrer mudanças hormonais.

Segundo a pesquisadora, essa é a forma de o embrião "falar" para o corpo da mãe se preparar para a gravidez. "A mãe apresenta uma série de manifestações para ficar em repouso para receber o futuro bebê, como ficar com sono, por exemplo", afirma a pesquisadora.
A Dra. Lílian disse também que se o embrião for retirado do corpo da mãe de forma abrupta, ela sofre uma espécie de "blackout" que aumenta a propensão para depressão e suicídio.

A Dra. Lilian é biomédica, Doutora em Biologia Molecular pela UNIFESP, e Coordenadora do Curso de Células Tronco Adultas do CEU e do CAS (Centro de Atualização em Saúde). Trabalha na pesquisa sobre o uso de Células Tronco Adultas na busca de melhores condições de vida para pessoas.
Recentemente ela foi a terceira expositora do grupo a favor da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) ajuizada contra a Lei de Biossegurança.


http://algarvepelavida.blogspot.com/2007/05/embrio-humano-dialoga-com-me-diz.html
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Criança nasce de embrião que permaneceu congelado por duas décadas

Bebé nasce de embrião congelado há 20 anos

 

Terça-feira, 12 de Outubro de 2010

Bebé nasce de embrião congelado há 20 anos
 
Uma mulher de 42 anos deu à luz um rapaz saudável, a partir de um embrião que permaneceu congelado por quase duas décadas. Os cientistas que estiveram envolvidos no processo mostraram-se surpresos, já que não conheciam nenhum caso de gravidez resultante de um embrião humano congelado por tanto tempo.

O caso foi por isso relatado pela equipa da Instituto Jones de Medicina Reprodutiva, em Norfolk, Virgínia (EUA), num artigo científico publicado na Fertility and Sterility, da Sociedade Americana para a Medicina Reprodutiva.
A paciente que recebeu os embriões possuía uma baixa reserva ovarina, ou seja, tinha poucos óvulos disponíveis e fazia tratamento de fertilização há dez anos. Os médicos descongelaram então cinco embriões que tinham sido doados anonimamente por um casal que fez um tratamento de fertilização naquela clínica, 20 anos antes.

"Congelar embriões é uma prática que só começou a ser corrente nos anos 90, então este [embirão] estava certamente entre os que foram congelados logo no início deste processo", explicou à BBC Brasil o diretor científico e professor honorário do Centro de Medicina Reprodutiva da Universidade de Glasgow, Richard Fleming.
"Este é sem sombra de dúvida o caso mais antigo de que já ouvi falar, e mostra como um embrião de boa qualidade pode desenvolver-se normalmente, independentemente de ter sido gerado em 1990 ou 2010", acrescenta o responsável.
 
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