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quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Homicídio doloso. Júri de médicos acusados de retirar rins de pacientes vivos

Homicídio doloso.
Júri de médicos acusados de tirar rins de pacientes vivos






Créditos: Reprodução/TV Globo
 

Terminou às 19h45 desta segunda-feira (17) no Fórum Central de Taubaté, no interior de São Paulo, o primeiro dia de julgamento de três médicos acusados de matar quatro pacientes num hospital da cidade, ao retirar rins irregularmente das vítimas como parte de um suposto esquema de tráfico de órgãos humanos. O julgamento será retomado às 9h desta terça-feira (18).


Após 24 anos, teve início o júri do neurocirurgião Mariano Fiore Júnior, agora com 62 anos, o urologista Rui Noronha Sacramento, de 60 anos, e o nefrologista Pedro Henrique Masjuan Torrecillas. Eles respondem em liberdade ao crime de homicídio doloso (com intenção de matar). Segundo o Ministério Público, eles falsificaram prontuários de pacientes vivos, informando que eles estavam com morte encefálica (sem atividade cerebral e sem respiração natural) para convencer suas famílias a autorizarem a retirada dos rins para doação.

O Ministério Público informa que, nos anos 80, a equipe médica da Faculdade de Medicina de Taubaté (Unitau) usava o extinto Hospital Santa Isabel de Clínicas (Hosic), onde atualmente está localizado o Hospital Regional de Taubaté, para cometer os crimes e desvio de conduta ética e moral. Como hoje, na época a instituição era popular, mas atendia convênios médicos particulares.

Pela denúncia, José Miguel da Silva, Alex de Lima, Irani Gobo e José Faria Carneiro estavam vivos quando entraram no extinto Hosic e morreram após a retirada desses órgãos. De acordo com o promotor Márcio Augusto Friggi de Carvalho, as vítimas morriam por outras complicações em razão da ausência desses órgãos.

De acordo com a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), o júri popular deverá durar três dias. Na frente do Fórum, amigos dos acusados se reuniam em manifestação favorável aos médicos.

Nesta segunda estavam programados os depoimentos das testemunhas de acusação (sete no total) e de defesa (dez). Foram ouvidas todas as testemunhas de acusação e apenas uma de defesa. As outras irão falar ao júri nesta terça-feira (18). Posteriormente, os três médicos serão interrogados, e ocorrerão os debates do Ministério Público e advogados de defesa.

Os sete jurados vão, então, se reunir para decidir se os acusados são culpados ou inocentes do crime de homicídio doloso. A previsão é que a leitura da sentença pelo juiz Marco Antônio Montemor ocorra na noite de quarta-feira (19). Caso sejam condenados, cada um poderá pegar pena de 6 a 20 anos de reclusão.


Depoimentos

A enfermeira Rita Maria Pereira se emocionou na tarde desta segunda-feira (17) ao falar como um dos três médicos retirou irregularmente os rins de uma das quatro vítimas como parte de um suposto esquema de tráfico de órgãos humanos em 1986. O depoimento dela, o segundo do dia, durou uma hora, das 13h às 14h.

O primeiro foi da médica Gilzélia Fernandes Batista. Ela começou a falar por volta das 10h e terminou por volta das 12h. Comentou que era a responsável por guardar os prontuários médicos dos pacientes do hospital. Falou ainda que quando o caso ganhou repercussão nacional, por conta de matérias na imprensa em 1987, resolveu guardar os prontuários num cofre no subsolo do hospital.

“Os funcionários do setor de radioterapia tinham acesso ao cofre”, disse Gilzélia. Apesar disso, ela disse que os prontuários só foram entregues a um oficial de Justiça durante a madrugada após a divulgação do caso na TV. Falou ainda que a Polícia Civil quis pegar os prontuários, mas ela não deixou porque eles não tinham mandado para isso. Por esse motivo, a polícia abriu inquérito para apurar a conduta de Gilzélia. A médica ainda confirmou que é amiga do médico Roosevelt de Sá Kalume, responsável pela denúncia, e que foi madrinha de casamento dele.

Já Rita afirmou que no dia da morte de José Carneiro, uma equipe, da qual ela fazia parte, esperava o paciente no centro cirúrgico do hospital. Depois, ela falou que o homem havia sido levado para UTI, o que, segundo ela, causou estranhamento.

“Enquanto isso, duas médicas começaram a discutir e ouvi uma delas dizer: ‘Eu me recuso a participar disso.’ O paciente chegou e o doutor Pedro Henrique Torrecillas mandou que a enfermeira fosse buscar uma caixa. O doutor Torrecillas pegou um bisturi e enfiou no peito do paciente: ‘viu? É assim que se faz’”, disse a enfermeira Rita. De acordo com ela, o paciente parou de se mexer “Logo depois eu conversei com o doutor Fernando e ele disse, “não comente com ninguém o que aconteceu””.

Rita se emocionou ao falar que, após abrir o paciente, os rins dele foram retirados e colocados na caixa. Segundo a enfermeira, o médico Rui Sacramento chegou a intimidá-la em sua própria casa durante uma vista feita por ele. “Ele disse que eu também poderia ser culpada do que ocorreu.”


Os advogados dos médicos questionaram Rita a respeito do tamanho da lâmina do bisturi utilizado, o que gerou uma discussão entre o promotor e a defesa. “Nunca vi réu manipular teste processual no julgamento”, reclamou o promotor.



Segundo a denúncia, os órgãos abasteciam uma rede de transplantes. A suspeita é que os rins estavam sendo vendidos, sendo clínicas particulares de São Paulo as beneficiárias. Isso nunca foi comprovado pela Polícia Civil, que demorou a concluir o inquérito. O destino dos órgãos também é desconhecido. É possível que eles tenham sido transplantados em hospitais paulistanos.


A acusação da Promotoria contra os médicos se baseia somente no homicídio doloso. Segundo Friggi de Carvalho, laudos do Instituto Médico-Legal (IML), da Polícia Técnico Científica e do Conselho Regional de Medicina (Cremesp) concluíram que os pacientes não estavam mortos antes da retirada dos rins.



Durante o processo, testemunhas relataram que até uma espécie de médium foi apresentado pelos médicos aos parentes para dizer que havia entrado em contato com o suposto morto no plano espiritual e ele havia pedido para os familiares autorizarem a doação.



Em setembro de 2010, em reportagem publicada pelo G1, os defensores dos réus negaram as acusações de que seus clientes forjaram documentos. Alegando inocência, a defesa deles sustentou que as retiradas dos rins foram feitas em pessoas que tiveram morte cerebral diagnosticada. Os réus disseram que exames de arteriografia mostraram que os pacientes estavam clinicamente mortos, em coma irreversível ou morte encefálica.

Os réus já disseram que os órgãos iam para o programa de transplantes de um convênio entre a Unitau e o Hospital das Clínicas (HC), da Universidade de São Paulo (USP), na capital paulista. Mas segundo o promotor Friggi de Carvalho, esse acordo jamais existiu. “Não há nenhum registro disso em lugar algum”, disse.


Caso Kalume
O caso veio à tona em 1987, quando o então diretor da mesma faculdade, o médico Roosevelt Kalume, procurou o Cremesp para informar que um programa ilegal de retirada de rins de cadáveres para doação e transplantes acontecia sem o seu conhecimento e aval.

Na época, o assunto ficou conhecido nacionalmente e a imprensa o tratou como caso Kalume, em referência ao sobrenome do denunciante. O escândalo culminou com a abertura de inquérito policial em 1987 e até virou alvo em 2003 da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que apurava a atuação de organizações criminosas atuantes no tráfico de órgãos no Brasil.

Um dos depoimentos mais marcantes em Brasília foi de uma enfermeira que contou ter visto um paciente ter os órgãos retirados enquanto se debatia na mesa de cirurgia. A mulher também disse que um médico pegou o bisturi, enfiou no peito do homem e ele morreu. Nesta segunda, ela deverá falar pela primeira vez à Justiça sobre o que viu.

Os médicos foram absolvidos das acusações de tráfico de órgãos e eutanásia nos procedimentos administrativos e éticos do Cremesp, em 1988, e do Conselho Federal de Medicina (CFM), em 1993. Além disso, o caso em Taubaté ajudou na discussão a respeito da elaboração da atual lei que trata sobre a regulamentação dos transplantes de órgãos no país até hoje. Segundo o CFM, a lei é a 9.434, de 1997.

Em 1993, Kalume chegou a publicar um livro sobre o caso. Para narrar os fatos, ele usou nomes diferentes dos personagens da vida real. “Transplante”, no entanto, deixou de ser publicado. Apesar disso, a obra também faz parte do processo contra os médicos.

Já em 1996, após quase dez anos de investigação, a Polícia Civil de Taubaté concluiu o inquérito que responsabilizou quatro médicos pelas mortes de quatro pacientes. Um dos acusados morreu em maio deste ano. 


 

Fonte: Globo.com
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Tráfico de orgãos. O julgamento dos três médicos acusados de ter levado à morte quatro pacientes




Julgamento de médicos acusados de tráfico de órgãos deve terminar amanhã. O julgamento dos três médicos acusados de ter levado à morte quatro pacientes para a retirada dos rins deverá ser concluído amanhã (19). Hoje foram ouvidos no Fórum Central de Taubaté (SP) os réus Pedro Henrique Masjuan Torrecillas e Mariano Fiore Júnior. O terceiro acusado, o médico Rui Noronha Sacramento, foi interrogado ontem. Antônio Aurélio de Carvalho Monteiro, morto no ano passado, também era acusado dos mesmos crimes.


19/10 às 19h04 - Atualizada em 19/10 às 19h04


Até o final da noite de hoje deve ser concluído o primeiro debate entre a promotoria e os advogados. Amanhã, a partir das 9h, deverá ocorrer a réplica da acusação e a tréplica da defesa. Depois está previsto a votação dos jurados e, posteriormente, a leitura da sentença.


Os crimes foram cometidos entre setembro e dezembro de 1986. Segundo o Ministério Público Estadual, os médicos, acusados de tráfico de órgãos, simulavam que os pacientes tinham sido vítimas de lesões cerebrais para retirar os rins. De acordo com o Ministério Público, os pacientes morreram por causa da extração dos órgãos.

Como, na época, os réus foram absolvidos pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) e pelo do Conselho Federal de Medicina (CFM), eles continuaram exercendo a profissão. Em denúncia apresentada à época, o Ministério Público alegou que os laudos médicos atestando as mortes de quatro pacientes eram falsos e simulavam morte encefálica para que fossem extraídos os órgãos destinados a transplantes.


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Tráfico de orgãos - três médicos acusados de retirar rins de pacientes já foram interrogados


Médicos acusados de retirar rins de pacientes são interrogados

Os três médicos acusados já foram interrogados e sentença pode ser dada nesta quinta-feira, com o fim do julgamento


Agência Brasil | 19/10/2011 19:12 - Atualizada às 21:59


Foto: AE Ampliar
O médico Pedro Henrique Masjuan Torrecillas é um dos acusados do crime em Taubaté

O julgamento dos três médicos acusados de ter levado à morte quatro pacientes para a retirada dos rins deve ser concluído quinta-feira (20). Nesta quarta-feira foram ouvidos no Fórum Central de Taubaté, interior de São Paulo, os réus Pedro Henrique Masjuan Torrecillas e Mariano Fiore Júnior. Torrecillas, acusado de ter matado o paciente José Carneiro com um golpe de bisturi, negou o fato e disse que a enfermeira Isabel Pereira, que o acusa, não teria participado da cirurgia.

Fiore Junior afirmou ter falado várias vezes à polícia sobre sumiço de documento do prontuário dos pacientes. "O delegado prevaricou?", disse o promotor. Fiori respondeu que essa era uma palavra "muito forte". Após ter prestado depoimento, na segunda, Kalume foi internado no Hospital Regional, em Taubaté, onde foi submetido a um cateterismo. Ele está internado, sem alterações no quadro clínico.

O terceiro acusado, o médico Rui Noronha Sacramento, foi interrogado na terça (18). Antônio Aurélio de Carvalho Monteiro, morto no ano passado, também era acusado dos mesmos crimes.

Leia também: Doação de órgãos: legislação atual é à prova de tráfico, dizem especialistas

O terceiro dia do julgamento foi marcado pelo embate entre o promotor Mário Friggi e a defesa dos médicos. Friggi argumentou que havia em Taubaté um centro captador de rins - e não um programa de transplantes -, usado por hospitais particulares e intermediado pelo médico Emil Sabagga, um dos pioneiros de transplantes renais na América Latina. O equivalente a cerca de R$ 35 mil teria sido pago por um paciente ao hospital por um transplante. O promotor criticou o sistema brasileiro, que levou dez anos para encerrar o inquérito policial, e ironizou o fato de os réus negarem os fatos. "Não aconteceu nada aqui em Taubaté. Está tudo certo", disse Friggi.

Ao se dirigir aos jurados, o promotor deu o tom do que deve ser a sua tese de acusação. Ele quis desqualificar a tentativa da defesa de apontar que a denúncia de Kalume tenha sido feita por ciúme e pela disputa de poder. "Será que tudo o que aconteceu aqui, toda a repercussão na mídia, foi apenas porque o dr. Kalume queria execrar publicamente essas pessoas?", indagou.

Amanhã, a partir das 9h, deverá ocorrer a réplica da acusação e a tréplica da defesa. Depois está previsto a votação dos jurados e, posteriormente, a leitura da sentença. Se condenados, os médicos poderão ficar presos de 6 a 20 anos.



Os crimes foram cometidos entre setembro e dezembro de 1986. Segundo o Ministério Público Estadual, os médicos, acusados de tráfico de órgãos, simulavam que os pacientes tinham sido vítimas de lesões cerebrais para retirar os rins. De acordo com o Ministério Público, os pacientes morreram por causa da extração dos órgãos.

Como na época os réus foram absolvidos pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) e pelo do Conselho Federal de Medicina (CFM), eles continuaram exercendo a profissão. Em denúncia apresentada à época, o Ministério Público alegou que os laudos médicos atestando as mortes de quatro pacientes eram falsos e simulavam morte encefálica para que fossem extraídos os órgãos destinados a transplantes.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Julgamento de médicos acusados de tráfico de órgãos em Taubaté entra no 3º dia


Julgamento de médicos acusados de tráfico de órgãos em Taubaté entra no 3º dia
Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR

19/10/2011 | 10h45 | Taubaté

O julgamento dos médicos Pedro Henrique Masjuan Torrecillas, Rui Noronha Sacramento e Mariano Fiore Júnior, acusados de matar pacientes para a retirar os rins que seriam utilizados em um esquema de tráfico de órgãos, recomeçou na manhã de hoje (19), no Fórum Central de Taubaté, no Vale do Paraíba. Desde o início do julgamento, na segunda-feira (17), já foram ouvidas as 17 testemunhas citadas no processo. O depoimento dos réus teve início ontem (18), quando foi interrogado o médico Rui Noronha Sacramento. Neste momento está sendo ouvido Pedro Henrique Masjuan.

Segundo a assessoria do Tribunal de Justiça de São Paulo, está marcado para o período da tarde o interrogatório do réu Mariano Fiore Júnior. Estão programados também para hoje os debates entre acusação e defesa. Porém, se o depoimento de Fiore Júnior se alongar muito, o julgamento só deve terminar amanhã (20).

Os crimes ocorreram em 1986, mas como os réus foram absolvidos pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) e pelo do Conselho Federal de Medicina (CFM), eles continuaram exercendo a profissão. Em denúncia apresentada à época, o Ministério Público Estadual (MPE) alegou que os laudos médicos atestando as mortes de quatro pacientes eram falsos e simulavam morte encefálica para que fossem extraídos os órgãos destinados a transplantes.

Outro acusado de envolvimento no caso, o médico Antônio Aurélio de Carvalho Monteiro, morreu no ano passado.

A acusação é feita pelo promotor de Justiça Mário Augusto Friggi de Carvalho.
Da Agência Brasil



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Brasil - Ex-enfermeira afirma que médicos retiraram rim de paciente vivo


Ex-enfermeira afirma que médicos retiraram rim de paciente vivo

 


São Paulo - A ex-enfermeira Rita Pereira afirmou nesta terça-feira que durante a extração do rim de José Faria Carneiro, em dezembro de 1986 em um hospital de Taubaté (SP), o paciente ainda estava vivo. O testemunho foi durante acareação com a anestesista Lenita Beuno Bassi. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.

Rita ainda disse que após a retirada dos órgãos, o paciente ainda se debateu na maca, quando o médico enfiou um bisturi no peito para o corpo ficar inerte e dizer: "viu, é assim que se faz."


Os médicos Pedro Henrique Masjuan Torrecillas, Rui Noronha Sacramento e Mariano Fiore Júnior estão sendo julgados no Fórum Central de Taubaté, cidade  do Vale do Paraíba, no interior paulista. Junto com o colega de profissão Antônio Aurélio de Carvalho Monteiro - que morreu no ano passado - eles são acusados de ter levado à morte quatro pacientes para a retirada dos rins que seriam utilizados em um esquema de tráfico de órgãos.

Os crimes foram praticados entre setembro e dezembro de 1986. Segundo o Ministério Público Estadual (MPE), os médicos simulavam que os pacientes tinham sido vítimas de lesões cerebrais quando, na verdade, eles perderam a vida em consequência da extração dos órgãos.


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Júri de médicos acusados de retirar rins de pacientes vivos


Júri de médicos acusados de retirar rins de pacientes vivos entra no 3º dia

Eles respondem por homicídio doloso contra quatro pacientes em 1986.


Júri ocorre em Taubaté, interior de SP; réus negam crime de assassinato.

Kleber Tomaz Do G1 SP
 
O julgamento de três médicos acusados de matar quatro pacientes num hospital de Taubaté, no Vale do Paraíba, interior de São Paulo, em 1986, ao retirar rins irregularmente das vítimas como parte de um suposto esquema de tráfico de órgãos humanos, entrou no terceiro dia seguido nesta quarta-feira (19) no Fórum Central da cidade. O júri foi retomado às 9h20.


Nesta manhã começou o interrogatório do nefrologista Pedro Henrique Masjuan Torrecillas. Depois será ouvido o neurocirurgião Mariano Fiore Júnior, de 62 anos. Na terça-feira (18) o urologista Rui Noronha Sacramento, 60, foi interrogado por quase três horas.


Os três réus respondem em liberdade e no exercício legal de suas profissões pelo crime de homicídio doloso (com intenção de matar) dos pacientes José Miguel da Silva, Alex de Lima, Irani Gobbo e José Faria Carneiro.


Estão programados ainda os debates entre o Ministério Público, responsável pela acusação, e os advogados de defesa dos acusados. Posteriormente, os sete jurados deverão se reunir para decidir se os médicos são culpados ou inocentes pelas mortes dos pacientes. Em seguida, o juiz Marco Antônio Montemor fará a leitura da sentença.


Decisão


Segundo informou nesta manhã a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça de São Paulo, somente durante esta tarde é que será possível saber se a sentença será dada ainda nesta quarta, durante a noite. Outra possibilidade é de que o júri seja retomado na quinta-feira (20) e a decisão sobre os réus seja conhecida à noite.


Caso sejam condenados, cada um dos médicos poderá pegar pena de 6 a 20 anos de reclusão. Outra hipótese é a de absolvição. Durante a fase processual, os três médicos sempre negaram ter cometido os assassinatos dos quais são acusados.


Segundo a Promotoria, os médicos falsificaram prontuários de pacientes vivos, informando que eles estavam com morte encefálica (sem atividade cerebral e sem respiração natural) para convencer suas famílias a autorizarem a retirada dos rins para doação.

O promotor Márcio Augusto Friggi de Carvalho informa que, nos anos 80, a equipe médica da Faculdade de Medicina de Taubaté (Unitau) usava o extinto Hospital Santa Isabel de Clínicas (Hosic), onde atualmente está localizado o Hospital Regional de Taubaté, para cometer os crimes e desvio de conduta ética e moral. Como hoje, na época a instituição era popular, mas atendia convênios médicos particulares.


Segundo a denúncia do Ministério Público, os quatro pacientes estavam vivos quando entraram no extinto Hosic e morreram após a retirada desses órgãos há mais de 24 anos. Segundo o promotor, as vítimas morriam por outras complicações em razão da ausência desses órgãos.


O júri começou na manhã de segunda-feira (17), com o depoimento das testemunhas arroladas pela acusação: o médico Roosevelt de Sá Kalume (que revelou o caso), a médica Gilzélia Batista (responsável por guardar os prontuários médicos), a enfermeira Rita Maria Pereira (que afirmou ter visto um médico retirar os órgãos de um paciente vivo), o médico César Vilela, Ivã Gobbo (irmão de um dos pacientes mortos), Regina Teixeira (telefonista que trabalhava no setor de prontuários), Lenita Bueno (médica anestesista). Também foi ouvida na segunda a testemunha de defesa Paulo Arantes de Moura.


Na terça, foram ouvidas seis testemunhas solicitadas pela defesa, outras três foram dispensadas. Nesse mesmo dia, também aconteceu uma acareação entre a enfermeira Rita Pereira e uma anestesista que negou ter ocorrido retirada de órgãos de paciente vivo.


Em seu interrogatório, Rui Sacramento voltou a negar que foram retirados rins de pacientes vivos e afirmou que Kalume revelou o suposto esquema por “disputa de poder”.


Caso Kalume


Kalume, que chegou a ser internado no início da noite de segunda no Hospital Regional de Taubaté com taquicardia após prestar seu depoimento. Ele foi o responsável por revelar o caso em 1987. Então diretor da mesma faculdade, o médico procurou o Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) para informar que um programa ilegal de retirada de rins de cadáveres para doação e transplantes acontecia sem o seu conhecimento e aval.


Na época, o assunto ficou conhecido nacionalmente e a imprensa o tratou como caso Kalume, em referência ao sobrenome do denunciante. O escândalo culminou com a abertura de inquérito policial em 1987 e até virou alvo em 2003 da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que apurava a atuação de organizações criminosas atuantes no tráfico de órgãos no Brasil.


Os médicos foram absolvidos das acusações de tráfico de órgãos e eutanásia nos procedimentos administrativos e éticos do Cremesp, em 1988, e do Conselho Federal de Medicina (CFM), em 1993. Além disso, o caso em Taubaté ajudou na discussão a respeito da elaboração da atual lei que trata sobre a regulamentação dos transplantes de órgãos no país até hoje. Segundo o CFM, a lei é a 9.434, de 1997.


Em 1993, Kalume chegou a publicar um livro sobre o caso. Para narrar os fatos, ele usou nomes diferentes dos personagens da vida real. “Transplante”, no entanto, deixou de ser publicado. Apesar disso, a obra também faz parte do processo contra os médicos.


Já em 1996, após quase dez anos de investigação, a Polícia Civil de Taubaté concluiu o inquérito que responsabilizou quatro médicos pelas mortes de quatro pacientes. Um dos acusados morreu em maio deste ano.


Médium


A acusação da Promotoria contra os médicos se baseia somente no homicídio doloso. Segundo Friggi de Carvalho, laudos do Instituto Médico-Legal (IML), da Polícia Técnico Científica e do Cremesp concluíram que os pacientes não estavam mortos antes da retirada dos rins.


Durante o processo, testemunhas relataram que até uma espécie de médium foi apresentado pelos médicos aos parentes para dizer que havia entrado em contato com o suposto morto no plano espiritual e ele havia pedido para os familiares autorizarem a doação.


Em setembro de 2010, em reportagem publicada pelo G1, os defensores dos réus negaram as acusações de que seus clientes forjaram documentos. Alegando inocência, a defesa deles sustentou que as retiradas dos rins foram feitas em pessoas que tiveram morte cerebral diagnosticada. Os réus disseram que exames de arteriografia mostraram que os pacientes estavam clinicamente mortos, em coma irreversível ou morte encefálica.


Os réus já disseram que os órgãos iam para o programa de transplantes de um convênio entre a Unitau e o Hospital das Clínicas (HC), da Universidade de São Paulo (USP), na capital paulista. Mas segundo o promotor Friggi de Carvalho, esse acordo jamais existiu. “Não há nenhum registro disso em lugar algum”, disse.


Enquanto isso, amigos e parentes dos acusados dividem espaço com os familiares dos pacientes mortos no plenário onde ocorre o julgamento do caso Kalume. De um lado, estudantes de medicina com camisetas com inscrições em favor dos réus torcendo pela absolvição deles. Do outro, pessoas querendo a condenação dos acusados.
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quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Agencias governamentais e políticas de experimentos médicos em seres humanos - CIA Gone Wild



Estratégias história bizarra de LSD e  maconha - Agencias governamentais e políticas de experimentos médicos em seres humanos. Cidadãos inconscientes ou incapazes são os pobres, pessoas usadas em experiências que levam ao desenvolvimento de técnicas empregadas ainda hoje de controle da mente. Entre os detalhes revelados são os esforços para armar o LSD para em campo de batalha e testes injustos em civis inocentes, incluindo crianças. Experimentação científica e médica nas áreas de Controle da Mente, Operações Psicológicas, Interrogatório, Tortura, Psico-Armamento, armas Químicas e Biológicas para matar.  Os fatos sujos da história da CIA estratégias militares de 1950 e da Guerra Fria.


Hank Albarelli to speak in NYC!

I’m delighted to announce that Hank Albarelli will be speaking, and signing copies of his
staggering new book, A Terrible Mistake, at the McNally Jackson Bookstore on Monday,
May 10, at 7:00 p.m.
The store is at 52 Prince St., b/t Lafayette and Mulberry.
Be there or be square!
MCM
CIA Gone Wild

H. P. Albarelli’s True Thriller: A Terrible Mistake – The Murder of Frank Olson and the CIA’s Secret Cold War Experiments. A Runaway Best Seller

This book is like an ticking time bomb on the CIA. The CIA Used Innocent Men, Women and Children as Innocent Human Guinea Pigs in LSD Experiments? And Worse.

Taking on the CIA is not for the faint of heart. It takes toughness, tenacity, and an undisputed moral compass. It’s those core values that compelled Hank Albarelli Jr. to spend ten years uncovering the dark truths in his formidable expose: A Terrible Mistake – The Murder of Frank Olson and the CIA’s Secret Cold War Experiments.

This book reveals a rogue government agency whose defining characteristic is dirty, scorched-earth policies carried out at any cost. It brings to light of day important new information from the 1950′s heyday of Olson’s work, delving into military and CIA Cold War experimentation, information which Olson’s death was intended to bury. Unwitting citizens were the subjects of mind-control experiments which lead to the development of techniques still employed today at Black Sites around the world. Among the details revealed are efforts to weaponize LSD for battlefield use and unconscionable tests on innocent civilians, including children.

Albarelli takes the mystery out of the darkest corners in CIA’s history – and he relates the story with character, with conviction, and with the blinders off. This is a riveting read, his text, defiantly disturbing, his writing style passionately grounded in reality; the whole, mesmerizingly capable of big, smacking, rhetorical home runs.

The scenes in his book are filled with characters deep into intrigue, their identity always in flux, like floating human jello. And yet these people, some, we discover, still in power, have the ability to tear somebody in two like they were a slice of bread. The conclusions of his detective work fit together like sword and scabbard. The book reads like fiction, yet we are reminded over and over again that we are dealing with long-denied truths.

The hard dirty facts of the CIA’s history come alive as you obsessively turn the pages. You’re riveted as he explores 1950′s Military and CIA Cold War Scientific and Medical experimentation in the fields of Mind Control, Psychological Operations, Interrogation, Torture, Psycho-Weaponry, Chemical and Biological Assassination .

Albarelli has racked 10 years of rough mileage researching this book, culling over 100,000 pages of classified documents, his track record cratered with deliberate potholes created by the Manhattan district attorney’s office, which was also investigating the case, was nothing less than an exercise in squaring off with subterfuge.

I won’t reveal the mystery Albarelli solves, i.e., who killed Frank Olson and why, but the long build-up describing the various covert operations of the intelligence agencies, well-documented in the book, builds to a startling pay-off.

Albarelli gives his readers so much juicy information, a veritable tsunami of exposed secrets and incrementing evidence. He details a myriad of CIA drug experiments and exposes a large number of previously anonymous physicians and business officials who contracted with the agency. The experiments resulted in the deaths of a number of people, permanently destroying the minds of others and sending many more seeking medical help.

The human faces of evil come alive. We become acquainted with some of the Agency’s creepiest characters including: Dr. Sidney Gottlieb, head of the notorious MKULTRA program, whose mind control techniques included extensive use of LSD; the evil psychiatrist Dr. Harold Abramson; various Corsican mafia kingpins; and the ultimate spy, Pierre Lafitte who was not only ignominiously descended from the famous pirate captain, Jean Lafitte, he was also a paid CIA assassin, who just happened to be working as a bellman at the Statler Hotel the night Olson plunged to his death on a November night in 1953.

Frank Olson’s short descent from respected biochemist to an obituary footnote didn’t take long. But, there are no statute-of-limitations on murder.

What did Dr. Olson, a CIA scientist himself, do to deserve such a violent demise? After having been previously dosed with LSD, Olson crashed through a closed and shaded 10th story window of the Hotel Statler on 7th Ave in Manhattan. It was called a suicide. In the 1970′s Dick Cheney and Donald Rumsfeld succeeded in blocking his family’s request for a new investigation into his death. Later, the Bush administration pushed for the legalization of some of the very torture techniques they had so successfully protected in the 1970′s.

Whose secrets were being protected?

Hank Albarelli’s chiller of a thriller “A Terrible Mistake, the Murder of Frank Olson and the CIA’s Secret Cold War Experiments”, a 900+ page volume based on over 100,000 pages of documents and interviews show how Frank Olson was actually murdered.

Why? The CIA was hell-bent on perfecting mind control techniques, including the creation of a “truth drug,” for use in interrogation of captured enemy operatives and to root out “the enemies within”.

Beginning in the 1940s Project BLUEBIRD began. These experiments were used on American citizens held captive in mental hospitals, without informed consent. The CIA also birthed synthetic THC, the active ingredient in marijuana, used in Project MKULTRA using human beings as guinea pigs with LSD and hypnosis.

A TERRIBLE MISTAKE reads like a roadmap to the drug culture of the 1960s and beyond. This investigation of unprecedented depth, including numerous first hand interviews, links yesteryear’s electric KoolAid with today’s “shock doctrine.”

In 1995, when Albarelli began to seriously investigate the strange death of Dr. Olson, 42, little did he suspect his investigations would span over 10 years and take him down the rabbit hole of history into the CIA’s deep involvement with drugs. Encountering fierce opposition from varied and surprising forces, he persisted, learning for himself the harsh lessons one gains in the pursuit of truth.

The seemingly unrelated mysteries of Dr. Olson’s strange “suicide” in New York City in 1953 and the bizarre hallucinogenic outbreak in a small French village in August 1951 have independently provoked and perplexed serious investigators as related in countless accounts on the Internet and televised news features and documentaries for decades. While Olson’s death has long been suspect, little was offered in the way of real evidence, which now smacks of a classic government cover up which for years went undetected in the innocence of pre Vietnam 1950′s America. Now, Olson’s death can be definitively ruled a murder and the French outbreak explained as a sloppy military maneuver which resulted in the callous disregard of hundreds of innocent unwitting lives, some of whom took their own lives as an escape from the horror, others were doomed to a subsequent lifetime of insanity.

http://www.dailykos.com/story/2010/1/24/818682/-A-Terrible-Mistake:
The shocks never stop.
In late 1953 a high-ranking official of the Sandoz Chemical Company meeting with a CIA official made a startling revelation, that the 1951 so-called ergot outbreak in the French town of Pont St. Esprit was actually the result of a planned and secret biochemical experiment which resulted in the deaths of five people and also caused 300 people to seek medical care or to be placed in insane asylums for treatment. At the outset of Albarelli’s investigation, the outbreak was but a minor footnote in the bizarre history of LSD, but over time, fueled by the receipt of several never-before viewed CIA and White House documents it became amply apparent that the two events were inextricably connected.

* The cursed bread of Pont-Saint-Esprit 50 years ago has turned out to have been a CIA mind control experiment.

It happened in 1951, a quiet little village in France become struck with a sudden wave of hallucinations and insanity. It had been believed for some time that the incident was caused by accidental bread poisoning but an investigative journalist now believes that it had actually been an intentional experiment conducted by the CIA during the cold war.


[hank Albarelli Did the CIA test LSD in the NYC Subway System 1








Hank Albarelli falar em NYC!
Estou muito feliz em anunciar que Hank Albarelli estará falando, e assinando cópias de seu novo livro surpreendente, um erro terrível, na Livraria McNally Jackson na segunda-feira, 10 de maio, às 19:00
A loja é de 52 Príncipe St., b / t Lafayette e Mulberry.

MCM
CIA Gone Wild


Suspense verdadeira HP Albarelli é: um terrível engano - O Assassinato de Frank Olson e secreto da CIA Experimentos Guerra Fria. Um best-seller
Este livro é como uma bomba-relógio na CIA. A CIA Usado Inocêncio Homens, mulheres e crianças como inocentes cobaias humanas em experiências de LSD? E pior. 


Assumindo a CIA não é para os fracos de coração. Leva resistência, tenacidade e uma bússola moral indiscutível. São esses valores essenciais que compeliu Hank Albarelli Jr. para passar 10 anos descobrir as verdades escuras em sua formidável expor: um erro terrível - O Assassinato de Frank Olson e secreto da CIA Experimentos Guerra Fria. Este livro revela uma agência do governo desonestos cuja característica principal é suja, de terra arrasada políticas levadas a cabo a qualquer custo. Ela traz à luz de informações importantes novo dia de 1950 auge do trabalho de Olson, investigando militares e experimentação Guerra Fria CIA, as informações que a morte de Olson foi destinado a enterrar. Cidadãos inconscientes foram os temas de controle da mente experiências que levam ao desenvolvimento de técnicas empregadas ainda hoje em Sites preto ao redor do mundo. Entre os detalhes revelados são os esforços para armar o LSD para uso no campo de batalha e testes injusto para os civis inocentes, incluindo crianças. Albarelli acaba com o mistério do cantos mais escuros da história da CIA - e ele relata a história com o personagem, com convicção, e com a venda dos olhos. Esta é uma leitura fascinante, seu texto, desafiadoramente perturbador, seu estilo de escrita apaixonadamente fundamentada na realidade, o todo, mesmerizingly capaz de grandes, batendo, home runs retórica. 

 
As cenas em seu livro é repleto de personagens profundamente na intriga, a sua identidade sempre em fluxo, como gelatina humana flutuante. E ainda assim essas pessoas, algumas, descobrimos, ainda no poder, têm a capacidade de rasgar alguém em dois como se fossem uma fatia de pão. As conclusões de seu trabalho de detetive se encaixam como espada e bainha. O livro lê-se como ficção, ainda somos lembrados de uma e outra vez que estamos lidando com uma longa negado verdades.                     


Os fatos sujos da história da CIA vir vivo como você obsessivamente virar as páginas. Você está rebitado como ele explora de 1950 militares e da CIA Guerra Fria experimentação científica e médica nas áreas de Controle da Mente, Operações Psicológicas, Interrogatório, Tortura, Psico-Armamento, Química e Biológica Assassination.

 
Albarelli acumulou 10 anos de quilometragem aproximada pesquisando este livro, o abate de mais de 100.000 páginas de documentos classificados, seu histórico de crateras de buracos deliberada criado pelo escritório do distrito de Manhattan advogado, que também estava investigando o caso, foi nada menos do que um exercício de quadratura fora com subterfúgio. 


Não vou revelar o mistério Albarelli resolve, ou seja, que matou Frank Olson e porquê, mas a longo build-up descrevendo as diversas operações secretas das agências de inteligência, bem documentado no livro, constrói um surpreendente pay-off.


Albarelli dá seus leitores tanta informação suculento, um verdadeiro tsunami de segredos expostos e as provas de incremento. Ele detalha uma miríade de experiências com drogas CIA e expõe um grande número de médicos anteriormente anônimo e funcionários de empresas que contratou com a agência. Os experimentos resultou na morte de um número de pessoas, destruindo permanentemente a mente dos outros e enviar muitos mais procuram ajuda médica.


Os rostos humanos do mal vir vivo. Nos familiarizamos com alguns dos mais arrepiantes personagens da Agência, incluindo: Dr. Sidney Gottlieb, chefe do programa MKULTRA notório, cuja mente técnicas de controle da mente incluíram o uso extensivo de LSD; o mal psiquiatra Dr. Harold Abramson; vários chefões da máfia da Córsega, e o máximo espião, Pierre Lafitte, que não foi apenas ignominiosamente desceu do famoso pirata capitão, Jean Lafitte, ele também era um assassino pago CIA, que passou a ser apenas trabalhando como carregador no Hotel Statler a Olson noite mergulhou para a morte em um novembro noite, em 1953.


Descida curta Frank Olson do bioquímico respeitada a uma nota obituário não demorou muito. Mas, não há lei-de-limitações em assassinato.
O que Dr. Olson, um cientista da CIA si mesmo, para merecer tal morte violenta? Depois de ter sido previamente tratados com LSD, Olson caiu através de uma janela história fechada e sombreada 10 do Statler Hotel no dia 7 de Ave, em Manhattan. Foi chamado um suicídio. Na década de 1970 Dick Cheney e Donald Rumsfeld conseguiu bloquear pedido de sua família para uma nova investigação sobre sua morte. Mais tarde, o governo Bush pressionou para a legalização de algumas das técnicas de tortura muito eles tinham tanto sucesso protegidos em 1970.
Cujos segredos foram sendo protegido?
Chiller Hank Albarelli de um thriller "um erro terrível, o assassinato de Frank Olson e secreto da CIA Experimentos Guerra Fria", um 900 + volume de páginas com base em mais de 100.000 páginas de documentos e entrevistas mostram como Frank Olson foi realmente assassinado.


Por quê? A CIA foi que teimam em aperfeiçoar técnicas de controle mental, incluindo a criação de um "soro da verdade", para uso em interrogatórios de agentes inimigos capturados e para acabar com "os inimigos de dentro". Início na década de 1940 do Projeto BLUEBIRD começou. Estes experimentos foram usados ​​em cidadãos norte-americanos mantidos em cativeiro em hospitais psiquiátricos, sem o consentimento informado. A CIA também birthed THC sintético, o ingrediente ativo da maconha, usada em Projeto MKULTRA usando seres humanos como cobaias com LSD e hipnose. Um erro terrível lê como um roteiro para a cultura da droga dos anos 1960 e além. Esta investigação de profundidade sem precedentes, incluindo inúmeras entrevistas em primeira mão, Koolaid elétrica ligações de ontem com a de hoje "doutrina de choque" elétrico. Em 1995, quando começou a Albarelli investigar seriamente a estranha morte do Dr. Olson, 42 anos, ele pouco fez suspeitar de suas investigações atravessaria mais de 10 anos e levá-lo para baixo o coelho buraco da história em profundo envolvimento da CIA com drogas. Encontrando forte oposição das forças variada e surpreendente, ele persistiu, aprendendo por si mesmo as duras lições se ganha na busca da verdade.
Os mistérios aparentemente sem relação de "suicídio" Dr. Olson é estranho, em Nova York em 1953 eo surto alucinógeno bizarra em uma pequena aldeia francesa em agosto de 1951 tem provocado de forma independente e perplexos pesquisadores sérios como relacionados em inúmeros relatos na internet e reportagens na televisão e documentários durante décadas. Embora a morte de Olson tem sido suspeito, pouco foi oferecido na forma de evidência real, que agora cheira a uma capa clássica de governo que durante anos não foi detectada na inocência de pré Vietnam EUA em 1950. Agora, a morte de Olson podem ser definitivamente descartada um assassinato eo surto francês explicou como uma manobra malfeita militar que resultou no desprezo de centenas de inocentes vidas inconscientes, alguns dos quais tiraram suas próprias vidas como uma fuga do horror, outros foram condenados a uma vida posterior de insanidade.

 
http://www.dailykos.com/story/2010/1/24/818682/-A-Terrible-Mistake: 


Os choques nunca parar.
Falecido em 1953 um funcionário de alto escalão da reunião Chemical Company Sandoz com um oficial da CIA fez uma revelação surpreendente, que o surto de 1951 ergot chamados na cidade francesa de St. Esprit Pont foi realmente o resultado de um bioquímico planejada e secreto experimento que resultou na morte de cinco pessoas e também causou 300 pessoas a procurar assistência médica ou para ser colocado em manicômios para o tratamento. No início da investigação Albarelli, o surto foi, mas nota menor na história bizarra de LSD, mas com o tempo, alimentado pelo recebimento de várias CIA nunca antes vistos e documentos da Casa Branca tornou-se amplamente evidente que os dois eventos estavam inextricavelmente conectado.
* O pão maldito de Pont-Saint-Esprit de 50 anos acabou por ter sido uma experiência CIA controle da mente. 


Foi o que aconteceu em 1951, uma aldeia pacata na França se feriu com uma onda repentina de alucinações e insanidade. Acreditava-se há algum tempo que o incidente foi causado por envenenamento acidental pão, mas um jornalista investigativo acredita agora que tinha sido realmente uma experiência intencional realizado pela CIA durante a Guerra Fria.
hank Albarelli Será que o teste LSD CIA no metrô de NYC um Sistema
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domingo, 2 de outubro de 2011

Disease Economy: How the USA economy runs on "treating" chronic disease - Economia da doença: Como a economia dos Estados Unidos corre em "tratar" doenças crônicas

 
 Economia da doença não pretende a cura, apenas sustenta-se da continuidade das doenças crônicas nas pessoas.

Economia da doença: 
Como a economia dos Estados Unidos
corre em "tratar" doenças crônica

Disease Economy: 
How teh United States economy 
runs on "treating" chronic disease



   Tuesday, April 04, 2006

   by Mike Adams, the Health Ranger
   Editor of NaturalNews.com
(See all articles...)


How do I know we're in a disease economy today? You can see it for yourself. Just drive around any city or town in the United States and you can see what's happening. Take a look at the new construction. What's going to be there? If it's an office complex, chances are it's going to be a medical office building. If it's on a street corner, it's probably going to be a pharmacy -- maybe a new Walgreens or CVS Pharmacy or a new drive-through Wal-Mart pharmacy. You even see pharmacies in grocery stores now, because they are so profitable. When you go into grocery stores and look at what's being sold there, you're getting a good look at the economic activity in this country. You mostly see products that promote disease, thanks to their disease-causing ingredients.

Of course, the disease economy promotes Big Pharma companies. These are the pharmaceutical manufacturers in this country, and they are huge global corporations. The selling of pharmaceuticals is a $1 trillion industry. It's an amazing statistic. Here in the United States, some of our largest corporations are drug companies. In fact, as I've stated before, the top 10 pharmaceutical companies in the United States earn more money than the remaining 490 Fortune 500 companies. Just recently, I heard the Bush administration was very excited about the news that we are experiencing economic growth in this country. The economy is up, more money is changing hands, and that's all that economists really look at when calculating gross domestic product or gross national product. They're just looking at the total number of dollars that changed hands.

An economy based on paying for disease treatment

However, if you look at the quality of the products and services that are being exchanged for these dollars, you'll realize something is amiss here, because what we're doing is basing our economic growth on the growth of chronic and degenerative disease. We're basing our economy on the idea that we can treat more and more people with drugs and medical services and keep selling them soft drinks and fast food while calling it economic growth.

This leads me to the most important point of this article, which is that we cannot create abundance in the United States or in any country by selling each other increasingly expensive products and services that promote disease. In other words, we cannot create abundance by poisoning ourselves. The very idea is absurd. The whole point of economic growth is to create economic abundance, and if you look at the classic definitions of economic growth, they are about providing more goods and services to people in a more efficient manner. Those goods and services are supposed to improve the quality of life for those people.

In the old days, the arguments for the invisible hand in the economy were that if you let entrepreneurs compete in a free market, they would devise clever and efficient ways to create, produce and deliver goods and services to consumers that would ultimately enhance their quality of life. That part is absolutely true, and the United States has done that very successfully. The free market does work in accomplishing that, but what we're seeing now is something beyond what those old-school economists could have ever conceived. We're seeing an economy that is increasingly based on goods and services that do not add to the quality of consumers' lives but rather take away from it. We're seeing entrepreneurs and creative, clever people finding new ways to market products that harm people and calling that profitability or economic growth.

We see this quite blatantly in the drug industry, where creative marketers keep coming up with new, absurd ways to sell drugs to people through direct-to-consumer advertising on television. Some of these ads are absolutely idiotic in what they are promising. Yet, they are effective in creating demand. They sell products, but these products do not help consumers.

We also see a lot of products being marketed and sold to consumers that may give them very short-term benefits -- such as the taste of a hamburger or the taste of french fries, which lasts about 10 seconds -- but has long-term detrimental consequences, like obesity, heart disease, brain disorders, cancer and diabetes. These diseases largely come about as a result of long-term consumption of nutritionally depleted foods.

Without question, the U.S. economy is heavily invested in disease. Retailers like Walgreens have mastered the art of selling products on both sides of the equation. At the front of the store, Walgreens sells junk food products, soft drinks, candy and a lot of food that really has no nutrition. At the back of the store, they sell prescription drugs -- drugs that treat the symptoms of diseases that are ultimately caused by people's poor dietary choices and their consumption of junk food. Walgreens has really mastered this. They will sell you the problem and the treatment, all in the same store. One reason Walgreens is so incredibly successful as a business is because it has mastered the art of selling products to consumers as part of the disease economy. It is a flagship company of the disease economy, perhaps even more so than pharmaceutical companies.

Illusions of wealth in the disease economy

One of the funniest things about the disease economy is that the consumers who are diseased think they're doing well because they own stocks in the companies selling the products that harm them. This fascinates me. A guy dying of cancer or suffering from heart disease, because of the products he has been consuming for years, believes he's doing well because he owns stock in large food manufacturing companies or large pharmaceutical companies. Maybe he owns stock in a new medical technology, or maybe he's a partner in a local medical clinic. His investments are doing great, but he's dying, and he's dying from preventable degenerative disease.

This is what's happening across the country, not just to one person, but to millions of people -- perhaps hundreds of millions -- who think the economy is looking up and think that maybe they have a good job because they work for a pharmaceutical company. They think they have good investments now because they have stocks in the junk food manufacturers. They think they're doing well financially, but guess what? They're consuming the product themselves, and they are dying. They're dying from a degenerative disease at a rate that has never before been witnessed in human history. This demonstrates my entire point: We cannot create abundance by selling each other increasingly expensive products and services that harm each other.

By the way, I don't mean to leave out all those chemical companies manufacturing pesticides, herbicides, fungicides, toxic household cleaners and toxic personal care products. A lot of those skincare companies are really just chemical manufacturers with sexy marketing and lots of women in lab coats selling you products that actually harm your health; that literally contain ingredients that cause cancer and liver disease. People think our economy is booming, but we're all dying of chronic disease. Why is it that 50 percent of our senior citizens in the United States have high blood pressure? Why is it that 40 percent of our senior citizens are now clinically obese? I'm willing to bet that a similar percentage may have nervous system disorders or early stages of dementia or Alzheimer's disease. Most of them are probably metabolizing some form of cancer right now, even though it may not have been diagnosed yet.

We are a nation of diseased individuals, and that disease starts very early. There are 12-year-old children who have atherosclerosis. There are teenagers with osteoporosis, and teenage children with obesity are now common. In fact, diabetes has gotten so bad in young people that they had to change the name. That used to be the name. Now they just have to call it diabesity, and that applies to children, teenagers and adults alike.
    
Returning to health would bankrupt the economy

We have created so much disease in this country, and we have based our economy on it to such a degree that, frankly, we cannot untangle this situation without causing economic distress. If there were a cure for cancer, diabetes or heart disease tomorrow, where a person could wave a magic wand and instantly eliminate those diseases, and if every person in the country did that tomorrow, the sobering truth is that our national economy would collapse overnight. It would collapse because there's so much money, so much real estate, so much education and so much expertise and research invested in disease that we could not financially survive in an economy based on health and abundance, at least not the way things are configured right now.

We could not economically survive in an economy based on real health. We are so invested in disease in this nation that we truly have a disease economy, and in order for that economy to grow, you have to expand the number of people with disease, expand the definition of disease or expand the coverage of people who are treated with high-profit disease-masking products. All three of those things are happening right now.

Corruption in the Disease Economy

Drug companies have experts on their payroll who are part of the FDA's drug safety decision panels, and who don't disclose their conflicts of interest. They are making decisions that expand the definition of disease. A classic case of this was when cholesterol numbers were lowered from 130 to 100 to instantly make 10 million more Americans diagnosable with high cholesterol so they could be treated with statin drugs.

We have the ridiculous (and scientifically dishonest) expansion of psychiatric disorders or so-called brain chemistry diseases, which really have nothing to do with chemistry, but everything to do with expanding the marketplace of psychiatric drugs. The way you expand the marketplace is not to sit around and wait for people to become mentally disturbed. What you do is change the definition of mental disorders and make up new ones.

One of the biggest questions right now is the marketing of adult attention deficit hyperactivity disorder, or adult ADHD. It is a made-up disease. What are the symptoms of this disease? You have too many things on your mind, you can't keep track of everything you need to get done and you are easily distracted. What adult doesn't meet those criteria? We all do, because modern society is a busy place. According to the drug company definition, and even the definition offered by the psychiatric community, we are all suffering from mental illness and must be treated with drugs.

This is one way to expand the disease economy. This is one way you keep those profits flowing and those shareholders happy that they've invested in your company. Most of us here in America are invested in a disease economy, one way or another. Take a look at your own retirement portfolio, if you're fortunate enough to have one, and you're likely to find that you own some percentage of some company that's invested in disease. Interesting, isn't it?

Transforming the Disease Economy into a Health Economy

Enough about the problem; what about the solution? How do you solve the disease economy, challenge it and turn it around into a health economy, a healing economy or an abundant economy? To do that, you first have to figure out a way to make health profitable. How do you make healthy people profitable when there's so much money in treating disease and chronic illness and so much money in addicting people to lifetime requirements for prescription drugs? How do you generate profits off of healthy people, as a nation?

Let's face it: If people are healthy, especially well into their old age, they are no longer customers of those clinics being constructed all over this country. They are no longer customers of Walgreens, CVS or the Wal-Mart pharmacy. They are no longer customers of surgeons, physicians, foot specialists or Alzheimer's doctors. This is why I believe there is absolutely no genuine investment in disease prevention in this country. There's really no investment at all, because preventing disease is the last thing that this disease economy wants.

How do you make it worthwhile to keep people healthy? The answer to that comes down to education, and here's why: When a person is educated, whether it be an education in the arts, the sciences or in any other realm, they live longer and healthier. They maintain their brain function, and they remain productive members of society, no matter how long they live. They can be producing something that benefits other members of society well into their 70s, 80s or even 90s. Healthy individuals can age gracefully and maintain healthy cognitive function. They can directly produce things, such as writing a book, or they can help teach others. They can even be mentors to young entrepreneurs, who can benefit from experience in learning how to manufacture, market or sell something useful.

An uneducated individual, on the other hand, tends to be more of a consumer than a producer of things of value, because they don't have the background, education or experience to be productive members of society. If you don't educate the population, they all become consumers and not producers. It is when people are stuck in the consumer state that they can be profitable to the disease economy. But when the public is educated, it becomes far more profitable to keep people healthy. You could add 20 or 30 years of creative productivity to an individual's life, which means you could boost the productivity of the entire nation by perhaps 15 to 20 percent, which is a huge number. You wouldn't have to base it on disease anymore. You could base it on health. We need a health economy that's based on disease prevention, tied with genuine education.

Think about what we produce in the United States versus other countries. While we are toiling away in our disease economy and inventing new super extreme nacho Doritos and coming up with new prescription drugs that alter brain chemistry in children, genius-level students in other countries are actually doing something useful. In Japan, for example, they are inventing a whole new industry, which I believe will dominate the world's economy. It will be bigger than the computer industry and automobile industry ever was. It's the robotics industry.

In the next 20 or 30 years, the robotics industry will be absolutely huge. Japan is at least 10 years ahead of the United States in this key industry. Why? It's because Japanese students are well educated. They also tend to have a lot better health than students in the United States. In India, they're inventing new computer technologies and new customer service systems that are siphoning labor away from the United States because they do it faster, cheaper and with similar quality but for less money and far lower health-care costs.

Globally, our disease economy simply cannot compete with global economies that actually produce something useful. You want proof of it? Just look at what's happening to General Motors. General Motors is shutting down. General Motors is probably headed for bankruptcy. One of the largest corporations ever produced by the United States is about to go bankrupt. Why? In my opinion, the answer is that General Motors is spending more on health insurance than it is on steel. They're operating in a disease economy, and in a disease economy, it costs way too much for workers because workers are diseased, and you have to cover the costs of treating all that disease so you can have health insurance for all those workers. The United State's health insurance costs are the highest of any nation in the world.

Not only do we have workers who are under-educated in the United States, they are also over-diseased. We have a disease economy, so we think we're creating abundance by selling each other expensive treatments, products and services for disease. The real industries, like automobile manufacturing, are disappearing. Toyota is smart. Toyota is going to dominate the auto industry. Personally, I won't drive anything other than the Toyota. Toyota is the best mainstream vehicle in the world. Interestingly enough, Toyota is going to be making robots soon, too. Japan does not have a disease economy. Japan has an economy with a good dose of innovation. In fact, innovation is thriving throughout Asia. They don't have a disease economy. They have an innovation-based economy where they actually have to produce something useful to get paid.

Smart nations will invest in prevention

Now, at some point these nations, as they adopt the Western lifestyle and become richer and start to consume more beef animal products, as well as junk food, may very well become disease economies. But some of these nations will be smart about it and start investing in prevention. For example, any nation right now in this world that allows cigarettes to be sold to its population is committing a form of self-destruction. It's like national suicide. What nation would want its citizens to smoke cigarettes so that they would halve their own lives, create huge health-care costs and at the same time reduce their long-term productivity?

Then there are nations like Singapore. Singapore is doing some very intelligent things, and education is one of them. Singapore has a very smart population and a booming economy based on actual abundance and not disease. Of course, people say, "Singapore is almost like a police state. What about personal rights?" That's a huge argument. Should people have the right to smoke themselves to death? Should they have the right to drink soft drinks until they're so obese that they need a knee replacement and demand to be covered by Medicare? Should people be allowed to eat junk food all day, avoid exercise and then get heart disease and need a heart transplant that's paid for by other taxpayers or other participants in their insurance company? These are questions I can't answer in this article. All I can say is that any nation that bases its economy on "diseasification" of its citizens is ultimately doomed to economic collapse. That's exactly where the United States economy is currently headed, to certain economic collapse.

We are losing our health. We are losing our minds. We're losing our genuine economic base. We're losing our manufacturing. We're losing our scientific edge. We're losing our education, and we're losing the inherent value of our money supply as the U.S. dollar continues to slip. What do we have left? Well there's always the Wal-mart and the Walgreens. Give me a Snickers bar. If you can't sleep, you can always buy sleeping pills. If you can't wake up in the morning, you can always drink some coffee. It's the disease economy.

The disease economy is all around you

You're probably participating in it, and if you think you're not, check again, because almost everyone is. It takes an act of great self-determination and courage to extricate oneself from the disease economy and be a productive member of society. It is a rare thing to witness. Very few people I've ever known, or know today, are actually productive members of society doing something useful for the benefit of other human beings.

Do you know who some of those people are? Organic farmers. These are people I greatly respect who are actually doing something useful for others. It is something difficult, something laborious, something a lot of people wouldn't want to do. There are people in society that are productive, and if we're going to succeed as an economy -- or even as a nation -- into the future, we're going to have to expand the number of people who are making a living doing something useful, not something that is just based on disease.

You see, thinking that money spent on disease treatment is economic productivity is actually an economic fallacy. Here's an example: If you just want to create jobs in the country, I have a brilliant plan for job creation. First, hire half the nation to be window breakers. Give them all hammers. Their job is to go around the entire country and break windows. Then you hire the other half of the nation to be window replacers. Their job is to go around and replace all the windows that were broken by the window breakers. You do that and you will have full employment! Sounds insane, doesn't it? But that's what's actually happening today with health.

We have people who are health breakers. They work for pharmaceutical companies, and they work for junk food companies and medical facilities. We have relatively few people who are healers. We've got to change that ratio so that we have fewer health breakers and more health healers in this nation. That's why I'm very happy to see the rising popularity of massage therapists, herbalists, nutritionists, acupuncturists and naturopathic physicians -- people who are true healers. That's what we've got to do in this country to turn things around. We've got to base the economy on healing, disease prevention and the education of our population so that as people live longer they can contribute to society in a meaningful way.

I realize this plan would require our national leaders to actually have vision. We need leaders who have vision beyond this generation. We need to be thinking about the next hundred years or beyond. I don't think anybody in Washington is considering the next hundred years. They're just looking at the next election.


Vote with your dollars

You can remove yourself from the disease economy. You know how you do that? You vote with your dollars. You stop funding these drug companies, junk food companies, toxic personal-care product manufacturing companies, pesticide companies and petroleum companies. You stop giving them your money. You starve them of economic growth by voting with your dollars. You go somewhere else.

You buy food from organic farms at your local food co-op or farmer's market. You buy honest personal care products made with natural ingredients, like Dr. Bronner's soap. You reduce your dependence on fuels. You start riding a bicycle rather than firing up your car all the time. You can change your behavior, and you can change the effect of your dollars. You can help reverse this disease economy and turn it into a healing economy.

You, me and the hundreds of thousands of people who read this article have got to change this world one buying decision at a time, because money is the only way we're ever going to change it. By changing the way we choose to spend our money, we reshape the corporate landscape. We reshape this economy and move it away from a disease economy. Pay attention to your actions when you're at a cash register. Look in your grocery cart. Ask yourself, "What am I invested in here? What am I supporting?" Commit yourself to making positive changes so that you support the companies, organizations and individuals that are actually doing something positive.

If you're currently working for a drug company, quit your job and find something productive to do. Find something that actually benefits humankind and isn't just based on scientific fraud and over-exaggerated, hyped-up marketing.



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Economia da doença: Como a economia dos Estados Unidos corre em "tratar" doenças crônicas

Terca-feira, 4 abril, 2006
por Mike Adams, o Ranger Saúde
Editor de NaturalNews.com (Veja todos os artigos ...)

Este é um artigo sobre a economia doença. Isso é um termo que eu inventei porque eu não conseguia encontrar outro termo existente para descrever o que estou observando na nossa economia hoje. Eu o chamo de economia de doença, porque uma porcentagem tão grande da atividade econômica eo crescimento econômico eu vejo neste país é baseada na fabricação, comercialização e venda de produtos e serviços baseados na doença. Ou seja, produtos e serviços que as doenças ou causar ou "tratar" as doenças.

Como eu sei que estamos em uma doença economia de hoje? Você pode ver por si mesmo. Basta dirigir em qualquer cidade ou povoado no Estados Unidos e você pode ver o que está acontecendo. Dê uma olhada na nova construção. O que vai estar lá? Se é um complexo de escritórios, as chances são de que vai ser um edifício de escritórios médicos. Se for em uma esquina, ele provavelmente vai ser uma farmácia - talvez um novo Walgreens ou CVS Pharmacy ou um drive-through novo Wal-Mart farmácia. Você ainda ver as farmácias em mercearias agora, porque eles são tão rentáveis. Quando você entra em mercearias e olhar o que está sendo vendido lá, você está recebendo uma boa olhada na atividade econômica neste país. Você vê a maioria de produtos que promovem a doença, graças à sua causadores de doenças ingredientes.

Claro, a economia doença promove Big Pharma empresas. Estes são os fabricantes de produtos farmacêuticos no país, e eles são enormes corporações globais. A venda de produtos farmacêuticos é um 1 trillion dólares da indústria . É uma estatística surpreendente. Aqui nos Estados Unidos, alguns dos nossos maiores corporações são drogas empresas . Na verdade, como eu já disse antes, as 10 empresas farmacêuticas nos Estados Unidos ganham mais dinheiro do que os restantes 490 empresas da Fortune 500. Recentemente, ouvi a administração Bush estava muito animado com a notícia de que estamos experimentando o crescimento econômico neste país. A economia está acima, é mais dinheiro mudando de mãos, e isso é tudo o que os economistas realmente olhar para o cálculo do produto interno bruto ou produto nacional bruto. Eles estão apenas olhando para o número total de dólares que mudou de mãos.

Uma economia baseada em pagar para a doença de tratamento

No entanto, se você olhar para a qualidade dos produtos e serviços que estão sendo trocados por esses dólares, você vai perceber que algo está errado aqui, porque o que estamos fazendo é basear o nosso crescimento econômico sobre o crescimento de doenças crônicas e doenças degenerativas . Estamos baseando nossa economia na idéia de que nós podemos tratar as pessoas cada vez mais com medicamentos e serviços médicos e manter os vender refrigerantes e fast food, enquanto chamando-o de crescimento econômico.

Isso me leva ao ponto mais importante deste artigo , o que é que não podemos criar abundância nos Estados Unidos ou em qualquer país com a venda de outros produtos cada vez mais caros e serviços que promovam a doença. Em outras palavras, não podemos criar abundância por envenenamento nós mesmos. A própria idéia é absurda. Todo o ponto de crescimento econômico é a criação de abundância econômica, e se você olhar para as definições clássicas de crescimento econômico, eles são sobre o fornecimento de mais bens e serviços para as pessoas de uma forma mais eficiente. Desses bens e serviços devem melhorar a qualidade de vida para essas pessoas.

Nos velhos tempos, os argumentos para a mão invisível na economia eram de que se você deixar os empresários competir em um mercado livre , eles iriam inventar maneiras inteligentes e eficientes para criar, produzir e entregar bens e serviços aos consumidores que acabaria por aumentar a sua qualidade da vida . Essa parte é absolutamente verdadeiro, e os Estados Unidos têm feito isso com muito sucesso. O mercado livre funciona na realização deste objetivo, mas o que estamos vendo agora é algo além do que os economistas da velha guarda jamais poderia ter concebido. Nós estamos vendo uma economia que é cada vez mais baseada em bens e serviços que não agregam ao qualidade de vida dos consumidores, mas sim tirar-lo. Estamos vendo os empresários e criativos, pessoas inteligentes encontrar novas formas de comercializar produtos que prejudicam pessoas e chamando que a lucratividade ou crescimento econômico.

Vemos isso muito abertamente na droga indústria, onde os comerciantes criativos continuam aparecendo com novas maneiras absurdas para vender drogas para as pessoas através de direct-to-consumer publicidade na televisão. Alguns destes anúncios são absolutamente idiotas no que eles são promissores. No entanto, eles são eficazes na criação de demanda. Eles vendem produtos, mas estes produtos não ajudar os consumidores.

Vemos também uma grande quantidade de produtos a serem comercializados e vendidos aos consumidores que podem dar-lhes muito curto prazo benefícios - tais como o sabor de um hambúrguer ou o sabor de batatas fritas, que dura cerca de 10 segundos - mas a longo prazo conseqüências prejudiciais, como obesidade, doenças cardíacas , distúrbios cerebrais, câncer e diabetes . Essas doenças vêm em grande parte como resultado de longo prazo o consumo de alimentos nutricionalmente esgotados.

Sem dúvida, a economia dos EUA é investido fortemente na doença. Varejistas como Walgreens dominaram a arte de vender produtos em ambos os lados da equação. Na frente da loja, Walgreens vende junk food produtos, refrigerantes, doces e um monte de comida que realmente não tem nutrição . Na parte de trás da loja, eles vendem medicamentos prescritos - drogas que tratam os sintomas das doenças que são em última análise, causado por pessoas pobres escolhas alimentares e seu consumo de junk food. Walgreens tem realmente dominaram este. Eles vão vender-lhe o problema e do tratamento, tudo na mesma loja . Um Walgreens razão é tão incrivelmente bem-sucedido como um negócio é porque ele dominou a arte de vender produtos aos consumidores, como parte da economia doença. É uma empresa emblemática da economia doença, talvez até mais do que as empresas farmacêuticas.

Ilusões de riqueza na economia doença

Uma das coisas mais engraçadas sobre a economia doença é que os consumidores que estão doentes pensam que estão fazendo bem, porque eles próprios estoques nas empresas que vendem os produtos que prejudicá-los. Este me fascina. Um cara morrendo de câncer ou que sofrem de doenças do coração, por causa dos produtos que ele vem consumindo há anos, acredita que ele está fazendo bem, porque ele é dono de ações em empresas de alimentos grandes fabricação ou grandes empresas farmacêuticas. Talvez ele é dono de ações de uma nova tecnologia médica, ou talvez ele é sócio de uma clínica médica local. Seus investimentos estão indo muito bem, mas ele está morrendo, e ele está morrendo de uma doença degenerativa evitáveis.

Isto é o que está acontecendo em todo o país, não apenas para uma pessoa, mas para milhões de pessoas - talvez centenas de milhões - que pensam que a economia está olhando para cima e pensar que talvez eles tenham um bom trabalho, porque eles trabalham para uma empresa farmacêutica . Eles pensam que têm um bom investimento agora porque temos estoques nas fabricantes de junk food. Eles pensam que estão fazendo bem financeiramente, mas adivinhem? Eles estão consumindo os produtos, e eles estão morrendo. Eles estão morrendo de uma doença degenerativa em uma taxa que nunca foi testemunhado na história humana. Isso demonstra o meu ponto inteiro: Nós não podemos criar abundância com a venda de outros produtos cada vez mais caros e serviços que prejudicam uns aos outros.

By the way, eu não quero deixar de fora todas as empresas químicas de fabricação de pesticidas, herbicidas, fungicidas, tóxicos e produtos de limpeza tóxicos produtos de cuidados pessoais . Muitas dessas empresas pele são realmente apenas fabricantes de produtos químicos com sexy de marketing e um monte de mulheres em jalecos de laboratório que vende o produtos que realmente prejudicar a sua saúde ; que, literalmente, contêm ingredientes que causam câncer e fígado doença. As pessoas pensam que a nossa economia está crescendo, mas estamos todos morrendo de doenças crônicas . Por que é que 50 por cento dos nossos idosos nos Estados Unidos tem pressão alta? Por que é que 40 por cento dos nossos idosos estão clinicamente obesos ? Estou disposto a apostar que uma percentagem semelhante pode ter sistema nervoso distúrbios ou estágios iniciais de demência ou Alzheimer doença. A maioria deles são provavelmente metabolizar alguma forma de câncer de agora, mesmo que ele não pode ter sido diagnosticado ainda.

Somos uma nação de indivíduos doentes, e que a doença começa muito cedo. Há 12 anos, crianças que têm aterosclerose. Existem adolescentes com osteoporose, e filhos adolescentes com a obesidade são agora comuns. De fato, diabetes tornou-se tão mal nos jovens que tinham que mudar o nome. Que costumava ser o nome. Agora eles só tem que chamá-lo diabesity, e que se aplica a crianças, adolescentes e adultos.

Retornando à saúde levaria à falência a economia

Nós criamos a doença tanto neste país, e nós temos a nossa economia com base nele, a tal ponto que, francamente, não podemos desvendar esta situação sem causar dificuldades económicas. Se houvesse uma cura para diabetes, câncer ou coração amanhã doença, onde uma pessoa poderia usar uma varinha mágica e instantaneamente eliminar essas doenças, e se cada pessoa no país fez isso amanhã, a verdade sóbria é que a economia nacional seria o colapso durante a noite . Ele entraria em colapso porque não há tanto dinheiro, bens muito real, a educação tanto e expertise tanto e pesquisa investidos em doenças que não poderíamos sobreviver financeiramente em uma economia baseada na saúde e abundância, pelo menos não da maneira que as coisas estão configurados direito agora.

Nós não poderíamos sobreviver economicamente em uma economia baseada sobre a saúde real. Estamos tão investido na doença neste país que realmente tem uma economia doença, e para que essa economia cresça, é preciso expandir o número de pessoas com a doença, expandir a definição de doença ou estender a cobertura de pessoas que estão tratados com alto lucro doença mascarando-produtos. Todos os três daquelas coisas estão acontecendo agora.

Corrupção na Economia Disease

As empresas farmacêuticas têm especialistas em sua folha de pagamento que fazem parte da droga do FDA painéis decisão de segurança, e que não divulgamos seus conflitos de interesse. Eles estão tomando decisões que ampliam a definição de doença. Um caso clássico disso foi quando o colesterol números foram reduzidos 130-100 para imediatamente fazer 10 milhões de americanos mais diagnosticáveis ??com colesterol alto, para que pudessem ser tratados com estatinas.

Temos a expansão (e cientificamente desonesta) ridículo de transtornos psiquiátricos ou os chamados cérebro química doenças, que realmente não tem nada a ver com química, mas tudo a ver com a expansão do mercado de medicamentos psiquiátricos. A maneira como você expandir o mercado não é sentar e esperar para que as pessoas tornam-se mentalmente perturbado. O que você faz é mudar a definição de transtornos mentais e formam novos.

Uma das maiores questões agora é a comercialização de adultos hiperatividade de déficit de atenção desordem , ou TDAH adulto. É uma doença inventada. Quais são os sintomas desta doença? Você tem muitas coisas em sua mente, você não pode manter o controle de tudo que você precisa para ficar pronto e você são facilmente distraídos. Que adulto não preencham estes critérios? Todos nós, porque a sociedade moderna é um lugar movimentado. Segundo a definição da empresa de drogas, e até mesmo a definição oferecida pela comunidade psiquiátrica, estamos todos sofrendo mentais doença e deve ser tratado com drogas.

Esta é uma maneira de expandir a economia doença. Esta é uma maneira de manter os lucros fluindo e os acionistas felizes que eles tenham investido na sua empresa. A maioria de nós aqui na América são investidos em uma economia de doença, de uma forma ou de outra. Dê uma olhada em sua carteira própria aposentadoria, se você tiver a sorte de ter um, e é provável que você achar que você possui algum percentual de alguma empresa que investiu na doença. Interessante, não é?

Transformando a Economia de Doenças em uma Economia da Saúde

O suficiente sobre o problema, o que sobre a solução? Como você resolve a economia doença, desafiá-la e transformá-lo em torno de uma economia em saúde, uma cura economia ou uma economia abundante? Para fazer isso, você primeiro tem que descobrir uma maneira de fazer saúde rentável. Como você faz saudáveis ??pessoas rentável quando há tanto dinheiro no tratamento de doença e doença crônica e tanto dinheiro em viciando as pessoas a requisitos de tempo de vida para as drogas de prescrição? Como você gerar lucros off de pessoas saudáveis, como uma nação?

Vamos enfrentá-lo: Se as pessoas são saudáveis, especialmente bem em sua velhice, eles não são mais os clientes dessas clínicas sendo construídas em todo o país. Eles não são mais os clientes da Walgreens, CVS ou a Wal-Mart farmácia . Eles não são os clientes mais de cirurgiões, médicos , especialistas em pé ou médicos de Alzheimer. É por isso que eu acredito que há absolutamente nenhuma verdadeiro investimento na prevenção da doença neste país. Não há realmente nenhum investimento em tudo, porque prevenir a doença é a última coisa que esta economia doença quer.

Como você faz valer a pena manter as pessoas saudáveis? A resposta para isso se resume a educação, e aqui está o porquê: Quando uma pessoa é educada, quer se trate de uma educação nas artes, nas ciências ou em qualquer outra esfera, eles vivem mais longa e saudável. Eles mantêm seus cérebros função, e eles permanecem membros produtivos da sociedade, não importa quanto tempo vivem. Eles podem estar produzindo algo que beneficia os outros membros da sociedade bem em seus anos 70, 80 ou mesmo 90. Indivíduos saudáveis ??pode envelhecer graciosamente e manter a função cognitiva saudável. Eles podem produzir diretamente as coisas, como escrever um livro, ou eles podem ajudar a ensinar os outros. Eles podem até mesmo ser mentores para jovens empreendedores, que podem se beneficiar da experiência em aprender a fabricar, comercializar ou vender alguma coisa útil.

Um indivíduo sem instrução, por outro lado, tende a ser mais de um consumidor do que produtor de coisas de valor, porque eles não têm a formação escolar, ou experiência para ser membros produtivos da sociedade. Se você não educar a população , todos eles se tornarem consumidores e não produtores. É quando as pessoas estão presas no estado de consumo que pode ser rentável para a economia doença. Mas quando o público é educado, torna-se muito mais lucrativo manter as pessoas saudáveis. Você pode adicionar 20 ou 30 anos de criação da produtividade para a vida de um indivíduo, o que significa que você pode aumentar a produtividade de toda a nação por talvez 15 por cento a 20, que é um número enorme. Você não teria que ter por base a doença mais. Você pode baseá-lo na saúde. Precisamos de uma economia da saúde que é baseado sobre a doença de prevenção , empatado com a educação genuína.

Pensar sobre o que nós produzimos nos Estados Unidos contra outros países. Enquanto nós estamos trabalhando sem parar na nossa economia doença e inventando novos super Doritos nacho extremo e chegando com medicamentos novos que alteram a química do cérebro em crianças, o gênio nível de estudantes de outros países estão realmente fazendo algo útil. No Japão , por exemplo, eles estão inventando toda uma nova indústria, o que acredito irá dominar a economia mundial. Será maior do que a indústria de computadores e da indústria automobilística sempre foi. É a robótica industrial.

Nos próximos 20 ou 30 anos, a indústria robótica será absolutamente enorme. O Japão é pelo menos 10 anos à frente dos Estados Unidos neste setor-chave. Por quê? É porque os alunos japoneses são bem educados. Eles também tendem a ter uma saúde muito melhor do que os estudantes nos Estados Unidos. Na Índia, eles estão inventando novas tecnologias computacionais e sistemas cliente novo serviço que absorvem o trabalho longe dos Estados Unidos, porque eles fazem isso mais rápido, mais barato e com qualidade semelhante, mas por menos dinheiro e muito mais baixos de saúde custos .

Globalmente, a nossa economia doença simplesmente não pode competir com economias globais que realmente produzir algo útil. Você quer a prova disso? Basta olhar para o que está acontecendo com General Motors . General Motors está sendo desligado. General Motors é provavelmente a caminho da falência. Uma das maiores corporações já produzido pelos Estados Unidos está prestes a falir. Por quê? Na minha opinião, a resposta é que a General Motors está a gastar mais em seguro de saúde do que no aço. Eles estão operando em uma economia de doença, e em uma economia de doença, custa demais para os trabalhadores porque os trabalhadores estão doentes, e você tem que cobrir os custos do tratamento de todas as doenças que para que você possa ter uma saúde de seguros para todos os trabalhadores. Custos suportados pelo Estado Unidos de seguro de saúde são os mais altos de  qualquer nação do mundo.

Não só temos trabalhadores que estão sub-educado nos Estados Unidos, eles também são super-doente. Temos uma economia de doença, por isso acho que estamos criando abundância através da venda de cada outros tratamentos caros, produtos e serviços para a doença. As indústrias real, como fabricação de automóveis, estão desaparecendo. Toyota é inteligente. Toyota vai dominar a indústria automóvel. Pessoalmente, eu não vou dirigir qualquer coisa que não seja a Toyota. Toyota é o veículo mais tradicional do mundo. Curiosamente, a Toyota vai estar fazendo os robôs em breve, também. O Japão não tem uma economia de doença. O Japão tem uma economia com uma boa dose de inovação. Na verdade, a inovação é próspera em toda a Ásia. Eles não têm uma economia de doença. Eles têm uma economia baseada na inovação, onde eles realmente têm para produzir algo de útil para receber o pagamento.


Nações inteligente vai investir na prevenção

Agora, em algum momento essas nações, já que adotar o estilo de vida ocidental e tornar-se mais ricos e começar a consumir mais produtos de carne de animais, bem como junk food, pode muito bem tornar-se economias doença. Mas algumas dessas nações será inteligente sobre o assunto e começar a investir na prevenção. Por exemplo, qualquer nação agora neste mundo que permite cigarros a ser vendida para a sua população está cometendo uma forma de auto-destruição. É como um suicídio nacional. Que nação iria querer os seus cidadãos de fumar cigarros de modo que eles iriam reduzir pela metade suas próprias vidas, criar enormes custos de saúde e, ao mesmo tempo reduzir a sua produtividade a longo prazo?

Depois, há nações como Cingapura . Singapura está fazendo algumas coisas muito inteligentes, ea educação é um deles. Singapura tem uma população muito inteligente e uma economia em expansão baseada na abundância real e não uma doença. Claro, as pessoas dizem, "Cingapura é quase como um Estado policial. E sobre os direitos pessoais?" Essa é uma grande discussão. As pessoas deveriam ter o direito de fumar até a morte? Eles devem ter o direito de beber refrigerantes, até que eles são tão obesos que precisam de uma substituição do joelho e da demanda a ser coberta pelo Medicare? As pessoas deveriam ser autorizados a comer junk food durante todo o dia, evitar o exercício e depois ter doença de coração e precisa de um transplante de coração que é pago por outros contribuintes ou outros participantes em sua companhia de seguros? Estas são perguntas que eu não posso responder neste artigo. Tudo o que posso dizer é que qualquer nação que sua economia em bases "diseasification" dos seus cidadãos é, em última análise condenado ao colapso econômico. Que é exatamente onde a economia dos Estados Unidos é actualmente liderado, ao colapso econômico certos.

Nós estamos perdendo nossa saúde. Nós estamos perdendo nossas mentes. Estamos perdendo nossa base económica real. Estamos perdendo a nossa produção. Estamos perdendo a nossa vantagem científica. Estamos perdendo nossa educação, e nós estamos perdendo o valor inerente de nossa oferta de moeda como o dólar dos EUA continua a cair. O que nos resta? Bem, há sempre o Wal-mart e Walgreens. Dê-me uma barra de Snickers. Se você não consegue dormir , você sempre pode comprar pílulas para dormir. Se você não consegue acordar de manhã, você sempre pode beber um café. É a economia doença.

A economia doença é em torno de você

Provavelmente você está participando dela, e se você acha que não está, verifique novamente, porque quase todo mundo é. É preciso um ato de grande auto-determinação e coragem para livrar-se da economia doença e ser um membro produtivo da sociedade. É uma coisa rara para testemunhar. Muito poucas pessoas que eu já conheci, ou conhecemos hoje, são na verdade membros produtivos da sociedade fazer algo de útil para o benefício de outros seres humanos.

Você sabe que algumas dessas pessoas são? Agricultores orgânicos. Estas são pessoas que eu respeito muito quem está realmente fazendo algo de útil para os outros. É algo difícil, algo trabalhoso, algo que muita gente não gostaria de fazer. Há pessoas na sociedade que são produtivas, e se vamos ter sucesso como uma economia - ou até mesmo como uma nação - no futuro, vamos ter que ampliar o número de pessoas que estão fazendo uma vida fazendo algo útil, algo que não é apenas com base em doença.

[Você vê, pensando que o dinheiro gasto no tratamento da doença é a produtividade econômica é, na verdade uma falácia econômica. Aqui está um exemplo: Se você quer apenas criar empregos no país, eu tenho um plano brilhante para criação de emprego. Em primeiro lugar, contratar metade da nação a ser disjuntores janela. Dar-lhes todos os martelos. Seu trabalho é ir ao redor do país inteiro e janelas quebrar. Então você contrata a outra metade da nação a ser substitutos janela. Seu trabalho é para ir ao redor e substituir todas as janelas que foram quebradas pela quebra janela. Você faz isso e você terá o pleno emprego! Parece loucura, não é? Mas é o que realmente está acontecendo hoje com a saúde.

Temos pessoas que são disjuntores de saúde. Eles trabalham para empresas farmacêuticas, e eles trabalham para empresas de junk food e instalações médicas. Temos relativamente poucas pessoas que são curandeiros . Temos que mudar essa relação de modo que temos disjuntores menos saúde e curandeiros mais saúde neste país. É por isso que eu estou muito feliz de ver a popularidade crescente de massagistas, ervanárias, nutricionistas, acupunturistas e médicos naturopata - pessoas que são os verdadeiros curadores. Isso é o que temos de fazer neste país para mudar as coisas. Nós temos a base da economia na cura, prevenção de doenças e educação da nossa população para que, como as pessoas vivem mais tempo podem contribuir para a sociedade de uma forma significativa.

Sei que este plano exigiria nossos líderes nacionais que realmente têm visão . Precisamos de líderes que tenham visão para além desta geração. Precisamos pensar sobre os próximos cem anos ou mais. Eu não acho que ninguém em Washington está considerando os próximos cem anos. Eles estão apenas olhando para a próxima eleição.


Votar com seus dólares

Você pode retirar-se da economia de doença. Você sabe como fazer isso? Você votar com seus dólares. Você parar de financiamento destas empresas drogas, lixo empresas de alimentos , de cuidados pessoais tóxicos empresas de manufatura de produtos, pesticidas empresas e companhias de petróleo. Você parar de dar-lhes o seu dinheiro. Você privá-los do crescimento econômico por votar com seus dólares. Você ir para outro lugar.

Você compra alimentos de orgânicos fazendas em seu local co-op de alimentos ou de mercado do fazendeiro. Você compra honesto cuidados pessoais produtos feitos com ingredientes naturais, como o sabão Dr. Bronner. A reduzir a sua dependência de combustíveis. Você começa a andar de bicicleta ao invés de disparar o seu carro o tempo todo. Você pode mudar o seu comportamento, e você pode alterar o efeito de seus dólares. Você pode ajudar a reverter esta economia doença e transformá-lo em uma economia de cura.

Você, eu e as centenas de milhares de pessoas que lêem este artigo tem que mudar este mundo decisão de compra um de cada vez, porque o dinheiro é a única maneira que estamos sempre indo para mudá-lo. Mudando a maneira que escolhemos para gastar o nosso dinheiro, nós remodelar o cenário corporativo. Nós remodelar essa economia e afastá-lo de uma economia doença. Preste atenção às suas ações quando você está em uma caixa registradora. Olhe no seu carrinho de supermercado. Pergunte a si mesmo, "O que estou investido aqui? O que eu estou apoiando?" Comprometa-se a fazer mudanças positivas para que você suporte a empresas, organizações e indivíduos que estão realmente fazendo algo positivo.

Se você está actualmente a trabalhar para uma empresa de drogas, sair do seu trabalho e encontrar algo produtivo para fazer. Encontrar algo que realmente beneficia a humanidade e não apenas baseada em fraude científica e sobre-exagerado, hyped-up marketing.

Sobre o autor: Mike Adams é um defensor da saúde dos consumidores e premiado jornalista com uma paixão por ensinar as pessoas a melhorar a sua saúde Ele já escreveu mais de 1.800 artigos e dezenas de relatórios, guias e entrevistas sobre temas de saúde natural, atingindo milhões de leitores com informação que é salvar vidas e melhorar a saúde pessoal ao redor do mundo. Adams é um jornalista, honesta e independente e não aceita dinheiro ou comissões sobre os produtos de terceiros ou ele escreve sobre as empresas que ele promove. Em 2010, Adams criou NaturalNews.TV, uma naturais viver site de compartilhamento de vídeo com milhares de vídeos de usuários sobre os alimentos, vivendo fitness, verde e muito mais. Ele também lançou uma loja online de produtos ecologicamente corretos (BetterLifeGoods.com) e usa uma porção de seus lucros para ajudar a financiar sem fins lucrativos empreendimentos. Ele é também um pioneiro notável na indústria de software de e-mail marketing, tendo sido a primeira a lançar uma tecnologia boletim de e-mail HTML que cresceu e se tornou um padrão na indústria. Adams voluntários seu tempo para servir como o diretor executivo do Centro de Bem-Estar do Consumidor , uma 501 (c) 3 organização sem fins lucrativos, e regularmente persegue ciclismo, fotografia de natureza, Capoeira e



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