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quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Defesas Celulares e a vitamina do Sol, a Vitamina D

Defesas Celulares e a vitamina do Sol Cientistas reconhecem que a vitamina D faz mais que contribuir para o fortalecimento dos ossos. Mas a maioria das pessoas não a obtem quantidades satisfatórias. Essa deficiência estaria contribuindo para o avanço de doenças mais graves? por Luz E. Tavera-Mendoza e John H. White 
 

A cura pela vitamina do Sol, 
a Vitamina D


http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/defesas_celulares_e_a_vitamina_do_sol.html



Reportagem


edição 67 - Dezembro 2007

 
Defesas Celulares e a vitamina do Sol


Cientistas reconhecem que a vitamina D faz mais que contribuir para o fortalecimento dos ossos. Mas a maioria das pessoas não a obtém em quantidades satisfatórias. Essa deficiência estaria contribuindo para o avanço de doenças mais graves?


por Luz E. Tavera-Mendoza e John H. White

 
JAMES PORTO
 
A cura pelo Sol, como era chamada no começo do século 20, era o único tratamento eficaz conhecido contra a tuberculose antes do advento dos antibióticos. Embora não se soubesse ao certo o porquê, geralmente os pacientes tuberculosos enviados para tratamentos em localidades ensolaradas conseguiam recuperar a saúde. A helioterapia foi descoberta em 1822, por causa de outra epidemia histórica, a do raquitismo – doença infantil deformadora, caracterizada pela falta de resistência óssea. O auge do raquitismo ocorreu nos séculos 18 e 19, na Europa, coincidindo com a industrialização e o aumento da migração do campo para cidades com ar poluído. Nessa época, um médico da Varsóvia observou que eram raros os casos dessa doença no interior da Polônia. Ele começou a conduzir experiências com crianças urbanas e constatou ser possível curar o raquitismo com simples banhos de sol.


Em 1827, um cientista francês descobriu que também o óleo de fígado de bacalhau possuía excelentes propriedades para combater o raquitismo, mas o tratamento não se popularizou; em parte, porque a noção de micronutrientes invisíveis e vitais para a saúde, contidos nos alimentos, ainda não era bem compreendida. E quase um século se passaria antes que os cientistas estabelecessem a ligação entre a cura do raquitismo pela alimentação e os efeitos benéficos do sol. No início do século 20, depois de incluir pele irradiada na alimentação de ratos com raquitismo induzido artificialmente, pesquisadores constataram que ela apresentava as mesmas propriedades curativas que o óleo de fígado de bacalhau. O elemento crítico comum à pele e ao óleo de bacalhau foi finalmente identificado em 1922. Na verdade, ele imitava a vitamina D. Àquela altura, o conceito das “aminas vitais” (ou “vitalamines”, em inglês) já tinha se tornado popular e as pesquisas posteriores sobre as funções da vitamina D no organismo foram responsáveis por definir sua imagem como um dos micronutrientes indispensáveis que as pessoas podem obter a partir dos alimentos.



A associação com o raquitismo também guiou boa parte das pesquisas em vitamina D, nos 50 anos seguintes, na busca para entender o papel das moléculas na formação óssea e sua atividade nos rins, no intestino e na estrutura óssea, ajudando a controlar o fluxo de entrada e saída de cálcio dos ossos na corrente sangüínea. Nos últimos 25 anos, no entanto, os estudos sobre as funções da vitamina D se expandiram, revelando que a chamada vitamina solar faz muito mais que construir ossos. Farta evidência agora comprova que a vitamina D tem potente ação anticancerígena e também atua como importante regulador das respostas do sistema imunológico. No entanto, muitos de seus benefícios recém-descobertos são maximizados apenas quando ela está presente na corrente sangüínea em níveis consideravelmente superiores aos encontrados nas populações modernas. Essas descobertas, somadas aos dados epidemiológicos que associam a carência de vitamina D a essas enfermidades, reforçam a possibilidade de essa deficiência realmente contribuir para um grande número de doenças.


Um Interruptor Versátil



Para entender as recentes descobertas sobre a vitamina D vale primeiro relembrar o que ela é de fato e como é aproveitada pelo corpo humano. A molécula conhecida como vitamina D pode ser obtida de uma fonte limitada de alimentos, como peixes gordurosos e óleo de peixe, e, mais recentemente, de suplementos alimentares. Mas somos também capazes de sintetizá-la a partir de uma reação química, que ocorre na pele quando exposta à radiação ultravioleta B (UVB). Portanto, a rigor, a vitamina D não deve ser considerada uma vitamina, pois a exposição moderada à UVB dispensa a necessidade de a incluirmos em nossa dieta. Entretanto, como nas regiões de clima temperado os raios UVB são insuficientes para induzir sua síntese pela pele, ao menos durante seis meses por ano, a ingestão diária é indispensável (ver quadro na pág. oposta).



Em geral, o termo “vitamina D” se refere coletivamente a duas moléculas muito parecidas, provenientes de cada uma dessas fontes. A vitamina D3, também conhecida como colecalciferol, é produzida por células da pele chamadas queratinócitos, a partir de um produto residual do colesterol, o 7-dehidrocolesterol, em resposta aos raios UVB. A vitamina D2 ou ergocalciferol é derivada de um esteróide vegetal similar e a molécula resultante apresenta pequenas diferenças estruturais em relação à D3. No entanto, nenhuma dessas duas versões tem qualquer atividade biológica no organismo. Primeiramente, cada molécula deve ser modificada por uma série de enzimas relacionadas em um processo chamado hidroxilação, que acrescenta dois terços de água à molécula a fim de gerar 25-hidroxivitamina D (ou 25D).



Essa conversão ocorre basicamente no fígado, mas vários tipos de células epiteliais também estão aptos a produzir a transformação localmente. A 25D produzida pelo fígado é, sem dúvida, a principal forma de vitamina D em circulação na corrente sangüínea. Sempre que o organismo necessita, a conversão final para a forma biologicamente ativa é requisitada – a 25D é novamente hidroxilada e se transforma em 1,25-disihidroxivitamina D -hidroxilase, foia(ou 1,25D). A enzima encarregada dessa função, a 1 identificada primeiramente nos rins, e a síntese renal é responsável por gerar boa parte do estoque de 1,25D circulante do organismo.



No entanto, os cientistas hoje também constataram que vários outros tecidos, incluindo as células do sistema imunológico e a pele, são capazes de produzir a enzima e realizar a conversão da 25D, por si só. Portanto, a pele é o único órgão capaz de produzir biologicamente a 1,25D ativa em presença dos raios UVB, do princípio ao fim. Embora a produção local de 1,25D a partir da 25D circulante em outros tecidos seja uma fonte substancial da atividade biológica da vitamina D no organismo e desvalorizada até pouco tempo. Ainda assim, uma vez considerada a atividade da vitamina D, fica fácil compreender porque a capacidade de metabolizar a sua forma ativa para uso local pode ser importante para certos tipos de células.



A molécula 1,25D funciona como um interruptor, capaz de acionar ou desligar os genes em quase todos os tecidos do corpo humano. Essa forma da vitamina D atua ligando-se a uma proteína conhecida como receptor de vitamina D (VDR, em inglês), que serve como fator de transcrição dentro do núcleo de uma célula. Uma vez capturada pela 1,25D, a proteína VDR busca uma proteína companheira, o receptor do retinóide-x (RXR), e o complexo que formam se conecta a uma região específica do DNA adjacente da célula em um gene alvo. Sua ligação com o DNA induz o mecanismo celular a iniciar a transcrição do gene mais próximo em uma forma que a célula traduzirá em proteína.



Ao fazer com que a célula produza uma determinada proteína, a 1,25D altera a função celular, e essa capacidade de acionar a atividade dos genes em diferentes células é a base dos efeitos fisiológicos disseminados da vitamina D. Como ela é uma substância produzida em um tecido, mas que circula através do organismo influenciando muitos outros tecidos, tecnicamente também é um hormônio. Na verdade, a VDR pertence a uma família de proteínas conhecida como receptores nucleares, que respondem a hormônios esteróides potentes, como o estrogênio e a testosterona.



Acredita-se que pelo menos mil genes diferentes sejam regulados pelo 1,25D, incluindo diversos envolvidos no processamento de cálcio pelo organismo, responsável pela fama do papel da vitamina D na formação óssea. Nas últimas duas décadas, no entanto, cientistas identificaram muitos outros genes influenciados pela atividade da vitamina D no organismo, incluindo genes com papéis decisivos em diversas defesas celulares.



Vitamina D Dá uma Força



Desde a década de 80, várias linhas de pesquisa apontam para o efeito protetor da vitamina D contra o câncer. Muitos estudos epidemiológicos sugerem uma íntima relação inversa entre a exposição à luz solar e a incidência de certos tipos de câncer. Estudos em animais e culturas celulares reafirmam essa associação, e ajudam a desvendar os mecanismos que podem estar envolvidos. 
 

Em camundongos modificados que desenvolveram câncer de cabeça e de pescoço, por exemplo, um composto chamado EB1089, sintético análogo à 1,25D, reduziu o crescimento tumoral em 80%. Resultados semelhantes foram encontrados em animais modificados com câncer de mama e de próstata. A identificação de genes ativados por essas versões sintéticas da vitamina D tem ajudado a explicar essas reações. O crescimento desordenado, ou proliferação, é marca registrada das células tumorais e o EB1089 tem tido êxito ao suprimir a capacidade de multiplicação das células alterando a atividade de um número de genes diferentes. Um gene fortalecido pelo composto – o GADD45 – é um conhecido inibidor do crescimento em células normais com DNA danificado, reduzindo assim o risco de se tornarem cancerosas.



Uma outra dezena de genes envolvidos no gerenciamento de energia da célula e na autodesintoxicação celular também foram associados à ação anti-tumorigênica do EB1089. Esse composto experimental, quimicamente projetado para ter atividades idênticas à da 1,25D sem provocar o acúmulo de níveis tóxicos de cálcio na corrente sangüínea e tecidos do organismo, é uma das muitas terapias em potencial para tratar o câncer, desenvolvidas pelas companhias farmacêuticas para tirar proveito das potentes propriedades antitumorigênicas da vitamina D.



De fato, nosso grupo do laboratório da McGill University também pesquisou as ações da vitamina D relativas ao câncer, em 2004, quando inadvertidamente deparamos com uma forma totalmente distinta de defesa fisiológica controlada pela 1,25D. Muitos dos genes regulados pela vitamina D foram descobertos ao longo dos últimos anos por cientistas que faziam uma varredura de partes do genoma humano, buscando os elementos de reação da vitamina D (VDREs, em inglês) – as seqüências distintivas do código de DNA adjacente aos genes, aos quais o complexo protéico VDR-RXR se liga. Em colaboração com Sylvie Mader, da University of Montreal, usamos um algoritmo criado em computador para fazer uma varredura do genoma completo, pesquisando VDREs e mapeando suas posições em relação aos genes próximos.



Embora esses estudos de mapeamento tenham contribuído consideravelmente para a compreensão das ações anticancerígenas da vitamina D, eles também revelaram VDREs posicionados nas proximidades de dois genes que codificam peptídeos antimicrobianos, chamados catelicidina e beta-defensina 2. Essas pequenas proteínas agem como antibióticos naturais contra um amplo espectro de vírus, bactérias e fungos. Conduzimos estudos nessa direção em culturas de células humanas e descobrimos que a exposição à 1,25D provocou um aumento relativamente modesto na produção do peptídeo beta-defensina 2 das células. No entanto, em numerosos tipos de células – incluindo aquelas do sistema imunológico e queratinócitos –, o aumento na produção de catelicidina foi dramático. Em seguida, demonstramos que células imunológicas tratadas com 1,25D, quando expostas a bactérias patogênicas – presumivelmente a catelicidina – liberaram fatores que dizimaram as bactérias.


 
Philip Liu e Robert Modlin, da University of California, em Los Angeles, e seus colaboradores avançaram significativamente nessa linha de pesquisa no ano passado, demonstrando que as células imunológicas humanas reagem às paredes das células das bactérias produzindo tanto a proteína VDR quanto a enzima que converte o 25D circulante na 1,25D biologicamente ativa. Nos experimentos do grupo, esses eventos induziram as células imunológicas a começar a produzir a catelicidina, passando a exercer atividade antimicrobiótica contra uma variedade de bactérias, incluindo a que talvez seja a mais intrigante: a Mycobacterium tuberculosis. Assim, pela primeira vez, a equipe revelou um embasamento plausível para a eficácia misteriosa da cura da tuberculose pelo Sol: os convalescentes que tomaram banhos de sol, obtendo dose extra de vitamina D, devem ter abastecido suas células imunológicas com o material bruto necessário para gerar um antibiótico natural que combate a bactéria da tuberculose.


Conforme as dúvidas sobre a fisiologia da vitamina D foram sendo esclarecidas, os pesquisadores perceberam que um número de ações protetoras da vitamina D no organismo pode ter envolvido algumas das funções originárias da fonte da molécula na pele. A ação inibidora de crescimento da 1,25D sobre as células cancerígenas faz sentido nessa linha, pois é sabido que a exposição excessiva à UVB é maléfica ao DNA das células epiteliais, podendo levá-las a desenvolver o câncer. Alguns ainda especulam que a reação antimicrobiana regulada pela vitamina D é uma adaptação que deve ter se desenvolvido para compensar o papel dessa vitamina como supressora de outras reações do sistema imunológico – mais especificamente, aquelas que levam à inflamação excessiva. Muitos de nós sabemos também, por experiência própria, que uma exposição exagerada à UVB causa queimaduras na pele, que em nível tissular resulta em acúmulo de fluido e inflamação. Embora uma quantidade limitada de inflamação seja um mecanismo benéfico para a cicatrização, e ajude o sistema imunológico a combater infecções, o excesso pode provocar um verdadeiro tumulto.



Então, talvez não seja surpreendente que vários estudos apontem que a 1,25D também age como agente antiinflamatório ao influenciar as interações das células imunológicas. Por exemplo, diferentes subtipos de células imunológicas se comunicam por fatores de secreção chamados citocinas para dar início a um tipo específico de resposta imunológica. Já ficou comprovado que a vitamina D suprimiu exageradamente as respostas inflamatórias, inibindo interferências da citocina.



Evidências diretas do papel natural da vitamina D na prevenção da inflamação foram encontradas pela primeira vez em experiências com animais, no início da década de 90, e mostraram que os camundongos tratados com a 1,25D ficavam protegidos contra a inflamação geralmente associada a feridas e ao irritante químico dinitrobenzeno. Por outro lado, camundongos com deficiência em vitamina D apresentaram hipersensibilidade aos mesmos agressores. Essa função imunossupressora da vitamina D imediatamente sugeriu uma série de novas possibilidades terapêuticas por meio de sua utilização, ou dos seus análogos, para controlar doenças imunodeficientes supostamente causadas por respostas superativas das citocinas, como a diabetes auto-imune, esclerose múltipla e síndrome do cólon irritável.



Deficiência Epidêmica?

 
O reconhecimento de que a 1,25D possui ampla gama de atividades biológicas muito além do seu papel na homeostase do cálcio trouxe um profundo alívio a uma grande quantidade de evidências epidemiológicas de que a carência em vitamina D esteja relacionada a certos tipos de doenças, entre elas o câncer, doenças auto-imunes e até mesmo infecciosas, como a gripe. Essa falta de vitamina D também deve estar relacionada às variações sazonais nas taxas de enfermidades. Além disso, muitas das reações fisiológicas à vitamina D reconhecidas, confirmadas tanto em laboratório quanto em testes clínicos, foram otimizadas apenas quando concentrações de 25D circulante são mais elevadas que a média em muitas populações. Membros da comunidade de pesquisadores em vitamina D chegaram, portanto, a inegável consenso de que um número expressivo de pessoas, em regiões de clima temperado, apresentam níveis de vitamina D bem inferiores às concentrações recomendadas como saudáveis, principalmente durante os meses de inverno.


Os raios UVB têm penetração atmosférica mais direta nos trópicos que nas regiões temperadas do planeta, que só podem contar com uma quantidade substancial deles nos meses de verão. E como para a maioria das pessoas a principal fonte de vitamina D é a exposição aos UVB, os níveis de 25D circulante nas populações de regiões temperadas diminui à medida que a latitude aumenta, embora variações numa dada latitude possam ser acentuadas por causa das diferenças de etnias e da alimentação, bem como variações no clima local e na altitude. Considerando as atividades reguladoras de genes observadas na vitamina D, há clara associação entre o aumento de latitude e a elevação do risco de diversas doenças, mais freqüentemente enfermidades auto-imunes, como a esclerose múltipla.



A esclerose múltipla é uma doença crônica progressiva, provocada pelo ataque das células imunológicas à bainha de mielina protetora que envolve as fibras nervosas do sistema nervoso central. Sua incidência é significantemente mais elevada em áreas mais afastadas do equador, na América do Norte, Europa e Austrália; e muitas evidências convincentes sugerem que esse padrão resulta da menor exposição aos raios UVB. A progressão da doença e o agravamento dos sintomas também apresentam clara variação sazonal, com o período de maior atividade da doença na primavera (quando os níveis de 25D circulante pós-inverno decaem) e a menor atividade da doença no outono, após a dose extra de D3 do verão. Cientistas da University of Southern California descobriram, por exemplo, uma relação inversa em 79 pares de gêmeos idênticos entre o aumento da exposição solar na infância e o risco futuro de desenvolvimento da esclerose múltipla. Os gêmeos que passaram mais tempo ao ar livre na infância apresentaram uma propensão 57% menor à doença.



Padrões semelhantes de risco de desenvolvimento de enfermidades foram registrados para a diabetes auto-imune e para a doença de Crohn, uma afecção intestinal inflamatória auto-imune, bem como para certos tipos de malignidade. As taxas de câncer de bexiga, mama, cólon, ovário e reto entre as populações dobram do sul para o norte dos Estados Unidos, por exemplo.


Além dos diversos estudos que relacionam a exposição solar à incidência de doenças, pesquisas recentes estabeleceram conexões parecidas entre o risco de enfermidades e contagens diretas das concentrações de 25D circulantes no soro sangüíneo. Um levantamento abrangente realizado por pesquisadores da Harvard School of Public Health examinou amostras de soro de cerca de 7 milhões de oficiais do exército e da marinha americanas, assim como seus registros médicos, para verificar quais desenvolveram a esclerose múltipla, entre 1992 e 2004. Os pesquisadores encontraram risco significantemente menor de desenvolvimento da doença no grupo com níveis mais elevados de 25D no soro no momento da coleta das amostras. Oficiais com concentrações de 25D acima de 40 ng/ml apresentaram propensão 62% menor que aqueles cuja concentração era igual ou inferior a 25 ng/ml.


As concentrações de vitamina D no soro sangüíneo com valores entre 21 ng/ml e 29 ng/ml são consideradas insuficientes e, freqüentemente, acompanhadas de uma redução na densidade óssea. Alguns dos sintomas do raquitismo podem se manifestar em concentrações inferiores a 20 ng/ml, e o risco de câncer de cólon aumenta.


 
Essas baixas concentrações infelizmente são muito comuns, especialmente nos meses de inverno. Em fevereiro e março de 2005, por exemplo, durante o pico do inverno no hemisfério norte, uma pesquisa que examinou 420 mulheres saudáveis do norte da Europa – na Dinamarca (Copenhague: latitude 55°), Finlândia (Helsinque: 60°), Irlanda (Cork: 52°) e Polônia (Varsóvia: 52°) – descobriu que 92% das adolescentes nesses países tinham concentrações de 25D inferiores a 20 ng/ml, e que 37% das meninas apresentavam deficiência extrema, com níveis inferiores a 10 ng/ml. Entres as mulheres mais velhas examinadas, 37% apresentaram carência de vitamina D e 17%, carência total.

Além da latitude, diversos outros fatores contribuem para a deficiência de vitamina D, sendo que a primeira é a etnia. A pele clara sintetiza a vitamina D seis vezes mais rápido que a pele morena, já que a concentração maior de melanina na pele escura bloqueia a penetração dos raios ultravioleta. Como resultado, os níveis de 25D nos negros dos Estados Unidos não chegam à metade daqueles observados nos brancos. Na verdade, dados recolhidos em um levantamento oficial sobre saúde e alimentação nesse país revelaram que 42% das mulheres negras apresentaram deficiência de 25D, com concentrações no soro sangüíneo de menos de 15 ng/ml.
 


Maior conscientização sobre os danos provocados pela exposição solar da pele sem dúvida também contribuiu para a carência de vitamina D. Quando aplicados adequadamente, os protetores solares de uso tópico também reduzem a vitamina D produzida pela pele em mais de 98%. A concentração saudável de vitamina D pode ser sintetizada pela pele com uma exposição solar que produza ao menos um leve rosado sobre ela. Para pessoas com pele clara e de tom médio na América do Norte, isso corresponde a 15 minutos de banho de sol entre as 10 h e as 15 h durante o verão.


Os suplementos de vitamina D podem combater a alta deficiência de vitamina D nas zonas temperadas, mas quem deve consumi-los permanece objeto de discussão. A Academia Americana de Pediatria recomenda a ingestão de uma dose diária mínima de 200 unidades internacionais (UI) para crianças, que muitos pesquisadores consideram abaixo do ideal, até mesmo para a prevenção do raquitismo. A quantidade diária recomendada atualmente para adultos em países da América do Norte e Europa varia entre 200 UI e 600 UI, dependendo da idade. Depois de analisar diversos estudos comparando a ingestão de vitamina D e as concentrações de 25D no soro sangüíneo, pesquisadores da Harvard School of Public Health e outros concluíram, no último ano, que as doses recomendadas atualmente são inadequadas. Eles sugerem que pelo menos a metade dos americanos adultos precisariam consumir um mínimo de 1.000 UI de vitamina D3 diariamente, para elevar sua concentração de 25D para o nível mínimo saudável de 30 ng/ml.



Não existe uma regra geral para calcular os níveis de 25D no soro sangüíneo gerados pelos suplementos, pois a resposta individual pode variar dependendo, em parte, do grau de deficiência. Um estudo entre gestantes revelou, por exemplo, que doses diárias de 6.400 UI elevaram drasticamente a concentração de 25D, até atingir cerca de 40 ng/ml e, a seguir, nivelar-se. A vitamina D2 também provou ser menos eficiente que a D3 para elevar e manter concentrações de 25D no soro sangüíneo ao longo do tempo.


 
Uma overdose tóxica de vitamina D com a suplementação é uma possibilidade real, embora em geral isso represente a ingestão diária de uma dose igual ou superior a 40.000 UI da vitamina, por período prolongado. No entanto, não há registros sobre a toxicidade da vitamina D induzida pelo Sol. Para se ter uma idéia, uma mulher adulta de pele clara, tomando banho de Sol de biquíni no verão, gera cerca de 10.000 UI de vitamina D em 15 a 20 minutos. Exposições prolongadas não produzem quantidades maiores de vitamina D, pois os raios UVB também degradam a vitamina, impedindo que boa parte dela se acumule na epiderme.

 
Cada vez mais evidências sugerem que efeitos sutis a longo prazo da deficiência de vitamina D, mesmo que leve, podem se multiplicar e se manifestar com a idade, na forma de fraturas repetidas e no aumento da predisposição a doenças auto-imunes, além da maior freqüência de certos tipos de câncer. A análise das pesquisas leva fortemente a crer que o público em geral se beneficiaria substancialmente com a divulgação e conscientização sobre os amplos benefícios fisiológicos da vitamina D, com um consenso bem baseado da classe médica sobre a exposição solar bem dosada, e uma clara indicação da ingestão diária ideal de vitamina D por meio da alimentação.


CONCEITOS-CHAVE



- A vitamina D, há muito associada apenas com seu papel na formação óssea, na verdade age sobre todo o organismo, influenciando poderosamente as respostas do sistema imunológico e as defesas celulares.


- Essa vitamina pode ser obtida a partir de alimentos ou ser produzida pela pele humana quando exposta à luz solar. Medições das concentrações de vitamina D mostram, no entanto, que muitas pessoas apresentam quantidades insuficientes no sangue para proteger sua saúde.


- Associações visíveis entre níveis baixos de vitamina D e cânceres, auto-imunidade, doenças infecciosas e outras enfermidades indicam que as recomendações atuais sobre a dose diária para esse nutriente essencial precisam ser revistas. 
 
 
– Os editores



[CONHECIMENTO BÁSICO] 
A PRODUÇÃO DE UMA VITAMINA ATIVA





ANDREW SWIFT


O termo “vitamina D” em geral se refere a duas moléculas diferentes – a D3, sintetizada pela pele, e a D2, de origem vegetal, obtida pela alimentação. As duas versões da vitamina D devem passar por estágios de conversão para atingir sua forma biologicamente ativa, conhecida como 1,25D.

1- A vitamina D3 é produzida por células da pele chamadas queratinócitos quando os raios ultravioleta B e o calor agem sobre um produto residual do colesterol, o 7-dehidrocolesterol (esquerda). A vitamina D2, encontrada em certos alimentos, é derivada de uma molécula de esterol vegetal similar (direita). Produzidas pela pele ou ingeridas, tanto a D3 quanto a D2 entram no sistema circulatório.


2- Quando a D3 ou D2 circulante atinge o fígado, é convertida quimicamente por enzimas em 25-hiroxivitamina D (25D). Então, a forma 25D da vitamina volta a entrar na circulação.


3- Boa parte da 25D circulante no organismo passa por uma transformação final nos rins, onde as enzimas convertem a 25D em 1,25D, que é liberada na circulação e percorre diferentes órgãos e tipos de célula afetados fisiologicamente pela vitamina D.


ATIVAÇÃO LOCAL

A pele é o único tecido do corpo humano capaz de sintetizar a D3, bem como todas as enzimas necessárias para convertê-la em 25D e depois em 1,25D. As células imunológicas e muitos outros tecidos podem produzir a enzima necessária para converter 25D em 1,25D localmente.



FONTES DE VITAMINA D
 

As vitaminas D3 e D2 estão presentes naturalmente em alguns alimentos. Além disso, ambas as versões da vitaminsão adicionadas a certos produtos “fortificados”. Alimentos fornecem doses relativamente pequenas de vitamina D comparadas com as quantidades produzidas pela pele em resposta aos raios UVB. (UI = unidades internacionais)

Óleo de fígado de bacalhau (1 colher de sopa): 1,360 UI D3


Atum, sardinha,cavala ou salmão cozidos (85 g a 100 g): 200–360 IU D3


Cogumelo shitake 100 UI D2(seco, 100 g.): 1600 UI D2 (fresco, 100 g):


Gema de ovo: 20 UI D3 ou D2


Produtos laticínios fortificados, suco de laranja ou cereais 100–400 UI D3 ou D2 (uma porção):


Exposição de corpo inteiro aos raios UVB (15 a 20 minutos no meio do dia no verão, pele clara): 100,000 UI D3




[VITAMINA D EM AÇÃO]
UM INTERRUPTOR DE AMPLA AÇÃO


Núcleo da célula
 
 
A forma biologicamente ativa de vitamina D, a 1,25D, “aciona” certos genes, desencadeando a produção de proteínas codificadas por eles. Essas proteínas podem causar efeitos fisiológicos locais ou disseminados. Estima-se que mais de mil genes diferentes, em pelo menos uma dezena de tipos de células e tecidos por todo o corpo, sejam regulados pelo 1,25D

1- No interior do núcleo da célula, a molécula de 1,25D se liga a uma proteína chamada receptor de vitamina D (VDR)


2- A VDR forma um complexo com uma proteína semelhante, o receptor do retinóide-x (RXR), e juntas elas se ligam a uma região na fita de DNA denominada elemento de reação da vitamina D


3 - Ligado ao elemento de resposta, o VDR-RXR recruta as proteínas do fator de transcrição para o complexo, levando à transcrição do gene mais próximo


4- A transcrição do gene deixa o núcleo para ser traduzida pelo mecanismo celular no citoplasma para uma proteína acabada



TECIDOS AFETADOS PELA VITAMINA D




O receptor ou proteína VDR (acima) é encontrado em muitos tecidos do organismo, assim como em células imunológicas circulantes, indicando que a vitamina D ativa tem a função de regular a atividade dos genes nesses locais. A lista abaixo inclui alguns dos tecidos e células em que a ação da 1,25D foi estabelecida.


Ossos

Cérebro
Mamas
Gordura
Intestino
Células imunológicas
Rins
Fígado
Nervos
Pâncreas
Glândula paratireóide
Próstata
Queratinócitos da pele


25D NA DOSE CERTA



LUCY READING-IKKANDA


Estimativas da quantidade de vitamina D disponível no organismo se baseiam na contagem da concentração de 25D no soro sangüíneo. Níveis entre 30 e 45 nanogramas por millilitro de soro são considerados como o mínimo suficiente para a saúde dos ossos, embora algumas da respostas celulares benéficas à vitamina D sejam melhores em concentrações mais elevadas. Quando abaixo de 30 ng/ml, os riscos de saúde aumentam; acima de 150 ng/ml, há acúmulo excessivo de cálcio no sangue e nos tecidos, e é possível apresentar sintomas de toxicidade.

Acima de 150 ng

Sintomas de toxicidade e hipercalcemia

30–60 ng Variação ideal


20–29 ng Insuficiente

Absorção de cálcio comprometida

0–19 ng Deficiente

Possíveis sintomas de raquitismo
Elevação do risco de câncer
Resposta antimicróbica do peptídeo pode ser inibida


A VITAMINA QUE FAZ A DIFERENÇA

 

Philip Liu, Maria Teresa Ochoa e Robert Modlin DIVISÃO DE DERMATOLOGIA, DEPARTAMENTO DE MEDICINA, UCLA


CÉLULAS IMUNES tratadas com 1,25D respondem à infecção causada pela bactéria da tuberculose (verde e amarelo) produzindo peptídeos de catelicidina antimicrobianos (vermelho).


Cada vez mais evidências indicam que índices cronicamente baixos de vitamina D aumentam a propensão para certas doenças. Exemplos de estudos com base nos níveis de vitamina D no soro sangüíneo da população ou na exposição ao raios ultravioleta incluem:

- Risco de 30% a 50% maior de desenvolver câncer de mama, próstata e cólon em concentrações de 25D inferiores a 20 ng/ml.


- Risco cinco vezes maior de desenvolver câncer de ovário entre mulheres que vivem em latitudes mais elevadas (por exemplo, Noruega e Islândia), que aquelas que moram em regiões equatoriais.


- 77% de redução na propensão de todos os tipos de câncer entre as mulheres do estado americano do Nebraska com mais de 55 anos, que tomaram 1.100 UI de D3 diariamente por um período de três anos, comparadas a um grupo de controle.


- Risco 62% menor de desenvolver esclerose múltipla, com concentrações sorológicas cima de 40 ng/ml, em comparação a níveis iguais ou inferiores a 25 ng/ml.


- Propensão 80% menor para a diabetes auto-imune (tipo 1) em crianças finlandesas que receberam 2.000 UI de D3 diariamente, durante o primeiro ano de vida.




[PROBLEMA GLOBAL] O INVERNO DA VITAMINA D



LUCY READING-IKKANDA
 

A exposição à radiação UVB dos raios de sol é a maior fonte de vitamina D para a maioria as pessoas. Assim, a localização e a estação climática influem no risco de deficiência. Durante um período do ano, conhecido como “inverno da vitamina D”, a intensidade dos raios UVB enfraquece em algumas latitudes, a ponto de afetar a indução da síntese da vitamina pela pele. Como o ozônio bloqueia os raios UVB, eles são mais intensos próximo ao equador, onde o raio de sol percorre uma distância menor através da atmosfera terrestre, e a síntese de vitamina D é possível o ano todo. Um aumento no ângulo de penetração em altitudes mais altas enfraquece a intensidade do UVB até que ele se torne insuficiente para a produção da vitamina, especialmente durante o inverno.


Luz E. Tavera-Mendoza e John H. White trabalham juntos no laboratório de White na McGill University, nos Estados Unidos, pesquisando as atividades moleculares da vitamina D nas células humanas. Eles desvendaram aspectos de seu papel na prevenção do câncer e, junto com seus colaboradores, descobriram que a vitamina D regula certos genes envolvidos nas respostas da célula a micróbios invasores. Tavera-Mendoza atualmente é pós-doutoranda da Harvard Medical School, e pesquisa a vitamina D e câncer de mama. Após testemunharem a ação protetora da saúde da vitamina D em laboratório, os dois autores passaram a tomar suplementos durante períodos do ano, quando os raios solares são muito fracos nas cidades ao norte, onde moram, a fim de produzir a quantidade adequada na pele. White toma 4.000 UI de D3 diariamente durante os meses “invernais de vitamina D”, e Tavera-Mendoza toma 1.000 UI.
 
 
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quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Objeto Dignidade - respeito à Dignidade: vida e saúde

Esclarecimento

Prezado leitor,
Objeto Dignidade foi criado por necessidade de dar publicidade a um pedido simples de socorro e auxílio à saúde para ter acesso ao direito de viver o mais dignamente possível. A mensagem foi enviada pelo correio, como escrito na Carta Objeto Dignidade, ás autoridades que preservam os direitos humanos dos cidadãos em dezembro de 1995.
A questão sempre foi a busca de meios que impedissem a progressão da esclerose múltipla e possibilitassem as terapias que podem evitar o aumento das deformidades ósseo-musculares. Prevenir é melhor que remediar, mas, mesmo apresentados documentos e dadas informações, nada foi efetivamente alcançado. A decepção é imensa , agora é julho de 2011.
Embora toda a documentação, histórico, relatos, fotografia, escutei “a senhora pode vir aqui dia...” muitas vezes. Então nunca leram coisa alguma.
O ideal, se voce puder, é ir pessoalmente a Defensoria Pública da União e, depois - o direito a saúde é Direito Humano Fundamental, existindo processo judicial na Justiça Federal, vá até lá para a corte e os juízes ou ministros lhe conhecerem... e verem que voce não é um bicho ou uma coisa... ao contrário, é uma pessoa humana.
A internet permite o acesso a algum conhecimento. É preciso procurar. As terapias que me são necessárias têm baixo custo e são naturais. Já sabia, tinha visto o Direct-MS do Canadá confirmar o que vivo desde o cansaço ou fadiga que a alimentação inadequada me dá Nutritional Factors and Multiple Sclerosis
http://www.direct-ms.org/ , bem como pude ler
o artigo cientifico  publicado em 2003, sobre a cura do Parkinson em Revista Medica Internacional, a Brazilian Journal of Medical and Biological Research:
Braz J Med Biol Res, October 2003, Volume 36(10) 1409-1417 - “High doses of riboflavin and the elimination of dietary red meat promote the recovery of some motor functions in Parkinson's disease patients” dos doutores Cícero Galli Coimbra e Veronica Junqueira da Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP, Escola Paulista de Medicina. Disponível em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-879X2003001000019&lng=pt&nrm=iso     

A noticia foi divulgada em vários jornais e revistas desde maio de 2003, com a Comunicação do Jornal da Paulista: Ano 16 – N° 179, Maio de 2003:Dieta livre de carne e rica em vitamina B2 pode regredir Parkinson”

Disponível em http://objetodignidade.wordpress.com/2009/08/02/dieta-livre-de-carne-e-rica-em-vitamina-b2-pode-regredir-parkinson/

Parkinson: Dieta livre de carne e rica em vitamina B2 pode regredir doença
http://www.unifesp.br/comunicacao/jpta/ed179/pesquisa4.htm
Estudo revela que portadores da doença apresentam deficiência da vitamina e ingerem muita carne vermelha; nova dieta fez com que a recuperação média motora dos pacientes saltasse de 44% para 70% em apenas três meses de tratamento.
 
A necessidade faz encontrar caminhos.
A Carta Objeto Dignidade está indexada nos seguintes endereçoss:

A mensagem original, “Objeto Dignidade” que tem a intenção de obter o respeito à Dignidade: vida e saúde, de 29/12/2005, está disponível em:
http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs.aspx?cmm=7394899&tid=2439255976317692596


No  wordpress, em 17 de julho de 2009, Danos à saúde podem ser evitados. A carta Objeto Dignidade, Obter o Respeito À Dignidade: Vida e Saúde.
MELHOR PREVENIR DO QUE REMEDIAR, danos à saúde podem ser evitados.
A carta Objeto Dignidade foi escrita em dezembro de 2005. Esta missiva é relativa à doença neurodegenerativa esclerose múltipla [EM ou MS]. Objeto Dignidade constituiu documento entregue à Defensoria Pública da União – Núcleo de Florianópolis através do Correio, e ao Ministério Público de Santa Catarina por correspondência eletrônica.
Hoje, somos 4 consangüíneos portadores de doenças autoimunes e neurodegenerativas: mal de parkinson – 1 caso, mal de alzheimer – 1 caso, e esclerose múltipla – 2 casos.
A mensagem original, “Objeto Dignidade” que tem a intenção de obter o respeito à Dignidade: vida e saúde, de 29/12/2005, está disponível em:

E, agora, também disponivel em

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Dia 6 de julho de 2011 foi indexado o post Mensagem da administração no wordpress.
Prezados leitores de Objeto Dignidade blogsite, http://objetodignidade.wordpress.com/
É necessário, neste momento, que se exponham as dificuldades de manutenção e consequente aquisição das ferramentas que permitem a formatação de cada publicação, seja post seja pagina. Agora, faz-se as publicações sem o DASHBOARD. Desse modo não é possível alterar fontes e ATIVAR os endereços de origem dos artigos.
É a pratica de Objeto Dignidade blog http://objetodignidade.wordpress.com/  ativar endereços e assim manter os artigos desde a sua primeira publicação em 27 de novembro de 2008, “Vida é o maior bem jurídico. Inconstitucionalidade no Brasil.”
Respeito ao trabalho e aos direitos autorais dos colegas é o principio regente de Objeto Dignidade blog http://objetodignidade.wordpress.com/ – e Objeto Dignidade no Orkut http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=7394899 e no Yahoo http://br.groups.yahoo.com/group/Objeto-Dignidade/
““Proibida a reprodução total ou parcial dos artigos deste blog sem referência às fontes de origem de cada obra, ou seja, é necessária a indicação da página de publicação, o seu endereço eletrônico, ou enlace, ativo para a abertura da página de procedência de cada artigo”” em

Cristiane Rozicki *
*Autora e administradora de Objeto Dignidade. Mestra e doutoranda em Direito.
Objeto Dignidade é autonomo e independente. Sem fins economicos
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Por causa das dificuldades de manutenção das excelentes condições de publicação no wordpress, em junho de 2011 foi criado o blogspot OBJETO DIGNIDADE.
 A Carta Objeto Dignidade:
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Objeto Dignidade
Cristiane Rozicki *

Em Objeto Dignidade é mantida posição contrária à legalização do aborto no Brasil e não é aceito o uso de fetos na indústria. Não são admitidas hipóteses de injeções de células-tronco embrionárias – a nova versão de transplantes que divulga a falsa idéia de cura para doenças neurodegenerativas tais como Parkinson – DP e esclerose múltipla – EM, usando vidas humanas de novas pessoas que, desde a sua concepção, têm direitos e direito à vida. Fetos abortados são utilizados na industria de cosméticos, plásticas, e outros, tais como de sabonetes.
As razões da recusa à falácia do governo brasileiro, PT e Lula e partidos aliados, somado ao trabalho desinformador da mídia brasileira, são de ordem jurídica e científica. Dignidade da pessoa humana, o feto, ou embrião, também tem e deve ser respeitada. O concepto é pessoa humana e têm direitos e direito à vida garantido na Constituição da República.
Prevista desde a proclamação da Declaração Universal dos Direitos do Homem em 1948, a dignidade é fundamento do Estado brasileiro na Constituição de 1988.
O começo, o início de Objeto Dignidade, deu-se com a carta cuja solicitação é a dignidade, e que requer urgência de auxílio para manutenção da vida e saúde.
Esta carta foi enviada pela empresa de Correios à Defensoria Pública da União de Santa Catarina – Núcleo Florianópolis em 10 de dezembro de 2005. No dia 13 de dezembro do mesmo ano, 2005, idêntico texto da referida missiva foi postado, por mensagem eletrônica, e-mail, para pessoas do Ministério Público de Santa Catarina, precisamente os endereços que seguem:
- A Procuradoria de Justiça e Cidadania de Santa Catarina:

- O Ministério Público da Cidadania e Direitos Humanos de Santa Catarina:

Não existiu resposta do Ministério Público de Santa Catarina.
Contato foi realizado pela Defensoria Publica da União, telefonema em 03 de janeiro de 2006. Mas, embora toda a documentação que, requerida, foi enviada à Defensoria Pública da União de Santa Catarina – Núcleo Florianópolis, não foi atingida a concretização do necessário auxílio para minimizar as carências reais da autora daquela carta e evitar a progressão e aumento
das deficiências físicas promovidas pela falta de cuidados.
A neurodegeneração pode ser evitada de uma forma muito natural. Mudança de hábitos e de alimentação além da suplementaçao de vitaminas.
Doenças autoimunes têm cura.
Em 28/dez/2005 Objeto Dignidade foi criado no sistema Orkut, e no Yahoogrupos desde 24 de março de 2006. O propósito primeiro foi dar PUC  blicidade aos acontecimentos relacionados à carta que solicitou urgência de auxílio para manutenção da vida e saúde àquelas autoridades.
No Orkut, Objeto Dignidade encontra-se neste endereço:
No Yahoogrupos é mantido o motivo histórico que deu origem a Objeto Dignidade no Orkut, e encontra-se neste endereço:
Vida é Direito Humano Fundamental e inviolável no art.5o da CRFB/1988. O início da VIDA é na concepção. O Código Civil brasileiro de 2002 e o Pacto de San Jose no art. 4, que é mandamento constitucional no Brasil, protegem o direito à vida desde a concepção.
Se explicassem todos os danos à saúde da mulher por causa do aborto, projetos de lei abortistas jamais chegariam às portas do Congresso Nacional brasileiro. De perda da capacidade de gerar novos filhos normais, infecções à amputação do útero, câncer de mama, doenças mentais a todo o horror psicológico, problemas sobre os quais nada é explicado e tratado na saúde. Quem se diz a favor do crime de aborto é totalmente contra a mulher, desrespeitando-a integralmente.
E é sabido que o primeiro direito que tem plena garantia é o direito à vida (art. 5 da CF). Este é o verdadeiro Direito Humano Universal.
Objeto Dignidade
Proibida a reprodução total ou parcial dos artigos deste blog sem referência às fontes de origem de cada obra, ou seja, é necessária a indicação da página de publicação, o seu endereço eletrônico, ou enlace, ativo para a abertura da página de procedência de cada artigo.
Habitualmente Objeto Dignidade recebe correções e atualizações.
Cristiane Rozicki *
*Autora e administradora de Objeto Dignidade. Mestra e doutoranda em Direito. Este blog é autonomo e independente. Sem fins economicos
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Depois, a ganância da medicina comercial e da política da presidência da republica do Brasil, passaram oficialmente a dar credito ao trabalho desinformador.  Na mídia governamental, apoio explicito ao projeto abortista internacional e de Jandira Fegali. No Brasil tal projeto de lei passou a tramitar como PL 1135/91; e, alem disso, a adesão do governo brasileiro e ministro da saúde Jose Gomes Temporão à falácia da cura com injeções de células-tronco de embriões humanos – transplantes. Inconstitucionalidades.
O PROJETO DE LEI Nº 1.135/91 - o projeto de lei genocida no artigo 9º revoga os arts. 124, 126, 127 e 128 do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal).
Ao eliminar aqueles artigos do Código Penal, o texto do PL 1135/91 permite o abortamento inclusive no ultimo segundo antes do nascimento; e ficam impunes as lesões na mulher, mesmo que sobrevenha a morte da mulher, por causa da revogação do art. 127 do CP.
A PARTICIPAÇÃO DO GOVERNO LULA NA TRAMA INTERNACIONAL DO ABORTO é a herança de DILMA, acrescida em outubro de 2010:

Da Publicaçao em 04/10/2010, no Diário Oficial da União,  seção III, página 88, do Termo de Cooperação do Governo do Brasil com a Fundação Oswaldo Cruz para despenalizar (retirar a pena legal) o aborto:

ESPÉCIE: PRIMEIRO TERMO ADITIVO AO TERMO DE COOPERAÇÃO
Nº. 137/2009

No Brasil domina a política infame dos caminhos da ilegalidade.

Hoje, brasileiros estão a viver a tirania de um governo que corrompeu todas as instituições públicas e todos os poderes da União. Não existe, agora, nessas condições de partidarismo político ou de interesses economicos patrimoniais individualizado a comandar as funções públicas do Estado brasileiro, sem a devida observação e respeito à Lei Maior, sequer uma democracia forjada. Estas condições da realidade do governo Lula-Dilma confirmam a tirania. A realidade é a prova.
Os poderes não são independentes entre si no Brasil.
O Estado de Direito está em falso.
A denuncia sobre o crime organizado do mensalão, contra José Dirceu e José Genoino, não foi acolhida pelo Supremo Tribunal Federal em 2007. O STF fez que nao viu. Ellen Gracie foi a presidente do Supremo e só votaria em caso de empate. Os ministros do STF que participaram do processo do mensalao sao os mesmos que julgaram a constitucionalidade do art. 5º da Lei nº 11.105, de 24 de março de 2005, a lei de Biossegurança, o que permitiu o desprezo do Direito á Vida dos embrioes em 31 maio de 2008. Veja-se quem foram os ministros e quem os nomeou:
Ellen Gracie – nomeada em 14 de dezembro de 2000 pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso;
Cármen Lúcia – foi nomeada em junho de 2006 pelo presidente Lula como ministra do Superior Tribunal Federal;
Celso de Mello – foi nomeado para o cargo em 1989, pelo então presidente José Sarney;
Carlos Ayres Britto – ocupa o cargo desde 2003, quando foi indicado pelo presidente Lula;
Carlos Alberto Menezes Direito, nomeado por Lula presidente e empossado no STF dia 5 de setembro de 2007;
Joaquim Barbosa ocupa o cargo de Ministro do Supremo Tribunal Federal, em 2003, depois de ser nomeado pelo presidente Lula;
Cezar Peluso - oriundo da Magistratura, assumiu o cargo em junho de 2003, nomeado por Luiz Inácio Lula da Silva;
Eros Grau – vindo da advocacia, foi nomeado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em junho de 2004;
Gilmar Mendes – tomou posse em 20 de junho de 2002, sob nomeação de Fernando Henrique Cardoso;
Ricardo Lewandowski – assumiu em março de 2006, nomeado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

No julgamento de 2008, sobre a inconstitucionalidade do art. 5º da lei de Biossegurança que delibera sobre o uso de embrioes humanos, participou tambem Carlos Alberto Menezes Direito, nomeado por Lula em 2007. No julgamento de 2008, Ellen Gracie, a presidente na primeira sessão, dá seu voto imediatamente após a apresentação do voto do relator Carlos Ayres Britto, acompanhando-o antes de um Empate.
Este julgamento liberou o homicídio no Brasil.

Cristiane Rozicki - Cr.rozicki@gmail.com

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Má alimentação pode comprometer atividade cerebral, dizem especialistas


Nutrição cerebral
Má alimentação pode comprometer atividade cerebral, dizem especialistas
Publicada em 06/05/2008 às 20h14m
Ystatille Gomes – especial para O Globo Online

RIO – A falta de cuidados com a alimentação pode interferir no desempenho mental, aumentando os riscos de déficit de memória e até de doenças degenerativas, alertam especialistas. Apesar das constatações, o Brasil ainda sofre com índices alarmantes de dietas mal balanceadas. De acordo com estudo realizado pela Universidade de São Paulo (USP), 3 em cada 10 adolescentes paulistanos consomem alimentos ricos em gorduras e ausente de fibras, o que, segundo a nutricionista clínica Luciana Ayer, pode comprometer a atividade cerebral.

- O sistema neurológico precisa de gorduras boas para manter o bom funcionamento das células. A ingestão de gorduras trans, presentes em produtos industrializados, intoxica a célula, o que interfere na atividade cerebral. Os aditivos químicos em excesso, presentes em corantes, adoçantes e no glutamato monossódico, entram nos neurônios ocupando o lugar dos nutrientes. Essas substâncias estranhas são tóxicas para o neurônio, comprometendo o desempenho cerebral – diz Luciana, que é co-autora do livro Nutrição Cerebral (ed. Objetiva).

” A ingestão de gorduras trans intoxica a célula, o que interfere na atividade cerebral (Luciana Ayer) “

Os efeitos desses alimentos no cérebro são adversos, podendo causar demência, défict de atenção, ansiedade e depressão. De acordo com o neurologista Cícero Galli Coimbra, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), a falta de uma dieta balanceada pode, inclusive, provocar doenças neurológicas. Para reduzir os riscos, ele aconselha a ingestão de alimentos ricos em proteínas e vitaminas.

- As doenças degenerativas têm ligação com o aspecto alimentar e emocional. As crianças hiperativas, por exemplo, têm respondido a tratamentos com ingestão de vitamina B6, presente no feijão, lentilha e fibras.

Ela (vitamina) é necessária para a produção de um dos neurotransmissores do cérebro que melhora a atenção da pessoa e diminui a excitabilidade. O ômega 3 também estimula os neurônios. E os resultados obtidos com dietas ricas desses elementos são melhores do que os apresentados por remédios convencionais – alerta Galli.

Uma pesquisa realizada pela Nova Escócia com crianças dos EUA demonstrou que aquelas que comiam bem atingiam as maiores notas na escola. Para manter o cérebro em plena atividade, a nutróloga Lenita Zajdenverg, do Hospital Universitário Clementiano Fraga Filho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), chama atenção para o consumo de alimentos antioxidantes e de cor avermelhada.

-Dieta saudável, rica em vegetais, possui efeito antioxidante, o que prolonga a vida das células cerebrais. As proteínas presentes no queijo, no ovo e no leite são bastante benéficas para o funcionamento do cérebro. Há ainda estudos que apontam a melhoria da atividade cerebral e a diminuição do risco de demência com o uso de frutas vermelhas no cardápio – diz Lenita.

” Dieta saudável, rica em vegetais, possui efeito antioxidante e prolonga a vida das células cerebrais (Lenita Zajdenverg) “

Mas vale ressaltar que não adianta tomar suplementos alimentares ricos em colina – presente no ovo – ou em caroteno – encontrado nas frutas vermelhas – para depois ir para um rodízio de pizza. Lenita, inclusive, alerta que o consumo em demasia de vitaminas pode ser maléfico à saúde. Portanto, antes de incluir esses produtos complementares no cardápio diário, é preciso consultar um especialista para saber a quantidade necessária que pode ser ingerida.

É preciso ter cuidado também com o preparo de determinados alimentos para, em longo prazo, não comprometer a atividade dos neurônios. As carnes assadas em grelha, principalmente as aves, podem estimular o desenvolvimento de mal de Parkison, alerta Cícero Galli Coimbra. As altas temperaturas durante o cozimento estimulam a formação de substâncias que causam danos irreversíveis aos neurônios. Para evitar esse efeito, o especialista em neurologia aconselha o consumo de peixes em forma de ensopado. Isso não quer dizer que as outras carnes devam ser abolidas da dieta. Basta ingeri-las com moderação, destaca.

Disponível em
http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mat/2008/05/06/ma_alimentacao_pode_comprometer_atividade_cerebral_dizem_especialistas-427251019.asp

Diagnóstico e tratamento da deficiência de vitamina D


Diagnóstico e tratamento da deficiência de vitamina D
Diagnosis and treatment of vitamin D deficiency


Nanoterapia. Pouco divulgada no Brasil. O diagnóstico da deficiencia da vitamina D depende da verificaçao, em exame de sangue, da quantidade de vitamina por litro no sangue. Simples, mas este exame de sangue o SUS sistema único de saúde não oferece. A importancia deste exame de sangue é a possibilidade de prevenir doenças. Porque, se ficar demonstrada a deficiencia de vitamina D, deve ser feita a suplementação da vitamina para evitar o desenvolvimento e a progressão de vários tipos de doenças: cancer, diabetes, autoimunitárias como artrite-reumatoide, hipo e hiper tireoidismo, esclerose múltipla, lupus, vitiligo, etc.
Diagnóstico e tratamento da deficiência de vitamina D
Janeiro de 2008, vol. 9, No. 1, páginas 107-118 (doi: 10.1517/14656566.9.1.107)
JJ Cannell † 1, BW Hollis2, M & RP Zasloff3 Heaney41Atascadero State Hospital, 10333 El Camino Real, Atascadero, Califórnia 93422, EUA +1 805 468 2061; jcannell@ash.dmh.ca.gov2Medical University of South Carolina, Departamentos de Bioquímica e Biologia Molecular, Charleston, South Carolina, EUA3Georgetown University, Departamento de Cirurgia e Pediatria, Washington, District of Columbia, EUA4Creighton University Medical Center, Departamento de Medicina, Omaha, Nebraska, EUA† Autor para correspondência


A recente descoberta - em um estudo randomizado, controlado - que a ingestão diária de 1100 UI de colecalciferol (vitamina D) ao longo de um período de 4 anos reduziu drasticamente a incidência de cânceres de pele não faz com que seja difícil exagerar o potencial médico, social e econômico implicações de tratar a deficiência de vitamina D.
Não são apenas essas deficiências comuns, provavelmente, a regra, a deficiência de vitamina D está envolvida em uma série de outras doenças além do câncer. O produto metabólico da vitamina D é um potente, reparação, manutenção e pleiotrópicos, hormônio secosteroide que os alvos> 200 genes humanos em uma ampla variedade de tecidos, o que significa que tem como muitos mecanismos de ação como genes que ele visa.
Um equívoco comum é que as agências governamentais projetados recomendações de ingestão de presente para prevenir ou tratar a deficiência de vitamina D. Eles não. Em vez disso, eles são orientações para evitar doenças ósseas metabólicas especial.
Recomendações oficiais nunca foram planejados e não são eficazes na prevenção ou tratamento de deficiência de vitamina D e de forma alguma limitar a liberdade do médico - ou responsabilidade - para fazê-lo.
Neste momento, avaliando níveis séricos de 25-hidroxi-vitamina D é a única maneira de fazer o diagnóstico e assegurar que o tratamento é seguro e adequado. Os autores acreditam que o tratamento deve ser suficiente para manter os níveis encontrados em seres humanos que vivem naturalmente em um ambiente rico de sol, ou seja,> 40 ng / ml ano, ao redor.
Três modalidades de tratamento existem: a luz solar, radiação ultravioleta B artificial ou suplementação. Todas as modalidades de tratamento têm seus riscos e benefícios potenciais. Benefícios de todas as modalidades de tratamento superam os riscos potenciais e superam em muito o risco de nenhum tratamento.
Como uma prolongada 'vitamina D no inverno ", centrada no solstício de inverno, ocorre em muitas latitudes temperadas, ≤ UI 5000 (125 mcg) de vitamina D / dia podem ser necessárias em pacientes obesos, idosos e / ou de pele escura para manter a adequada níveis durante o inverno, a dose que faz com que muitos médicos desconfortável.



Palavras-chave25 (OH) D, colecalciferol, ergocalciferol, tratamento, vitamina D, deficiência de vitamina D


Leia Mais: http://informahealthcare.com/doi/abs/10.1517/14656566.9.1.107



Diagnosis and treatment of vitamin D deficiency

January 2008, Vol. 9, No. 1 , Pages 107-118 (doi:10.1517/14656566.9.1.107)

1,
1Atascadero State Hospital, 10333 El Camino Real, Atascadero, California 93422, USA +1 805 468 2061; jcannell@ash.dmh.ca.gov
2Medical University of South Carolina, Departments of Biochemistry and Molecular Biology, Charleston, South Carolina, USA
3Georgetown University, Departments of Surgery and Pediatrics, Washington, District of Columbia, USA
4Creighton University Medical Center, Department of Medicine, Omaha, Nebraska, USA
† Author for correspondence


The recent discovery – in a randomised, controlled trial – that daily ingestion of 1100 IU of colecalciferol (vitamin D) over a 4-year period dramatically reduced the incidence of non-skin cancers makes it difficult to overstate the potential medical, social and economic implications of treating vitamin D deficiency. Not only are such deficiencies common, probably the rule, vitamin D deficiency stands implicated in a host of diseases other than cancer. The metabolic product of vitamin D is a potent, pleiotropic, repair and maintenance, secosteroid hormone that targets > 200 human genes in a wide variety of tissues, meaning it has as many mechanisms of action as genes it targets. A common misconception is that government agencies designed present intake recommendations to prevent or treat vitamin D deficiency. They did not. Instead, they are guidelines to prevent particular metabolic bone diseases. Official recommendations were never designed and are not effective in preventing or treating vitamin D deficiency and in no way limit the freedom of the physician – or responsibility – to do so. At this time, assessing serum 25-hydroxy-vitamin D is the only way in a sun-rich environment, that is, > 40 ng/ml, year around. Three treatment modalities exist: sunlight, artificial ultraviolet B radiation or supplementation. All treatto make the diagnosis and to assure that treatment is adequate and safe. The authors believe that treatment should be sufficient to maintain levels found in humans living naturally ment modalities have their potential risks and benefits. Benefits of all treatment modalities outweigh potential risks and greatly outweigh the risk of no treatment. As a prolonged ‘vitamin D winter’, centred on the winter solstice, occurs at many temperate latitudes, ≤ 5000 IU (125 μg) of vitamin D/day may be required in obese, aged and/or dark-skinned patients to maintain adequate levels during the winter, a dose that makes many physicians uncomfortable.